22 de junio de 2017

Mobile Learning em aulas de campo: um estudo de caso em Geologia

Mobile Learning em aulas de campo: um estudo de caso em Geologia

Edgar Marçal, Rossana Maria de Castro Andrade, Windson Viana

Resumen


As aulas de campo favorecem a aprendizagem por meio da melhoria das habilidades de observação, da descoberta e comunicação entre os alunos, do aumento na compreensão do conteúdo e da ampliação das possibilidades de aprendizado através de experiências reais. Entretanto, durante as aulas de campo, alunos e professores se deparam com obstáculos que podem comprometer os resultados dessas práticas educativas, como conteúdos insuficientes ou dispersão dos estudantes. Nesse sentido, as tecnologias móveis (como smartphonestablets e redes sem fio) são utilizadas para contornar dificuldades existentes e ampliar os benefícios das aulas de campo. Este artigo descreve um estudo de caso realizado em uma aula de campo de um curso de graduação em Geologia, na qual os alunos utilizaram as tecnologias móveis para auxiliar a aprendizagem sobre mapeamento geológico. Após o uso em situações reais, os dezessete alunos responderam um instrumento estruturado de avaliação. As respostas dos alunos ao questionário foram favoráveis e mostram a aprovação das tecnologias móveis em campo. Obteve-se o escore SUS (usabilidade) de 83,4 para a aplicação móvel testada e 88% dos estudantes afirmaram que a solução possibilitou a execução das tarefas de aprendizagem em campo de forma mais eficiente. Somando-se a isso, a avaliação positiva do professor participante do estudo e a constatação do uso efetivo da aplicação móvel por todos os estudantes indicam que as tecnologias móveis têm potencial para se tornarem importantes ferramentas de apoio às aulas de campo de Geologia.

Palabras clave


Mobile learning, aulas de campo, contexto de aprendizagem e geologia

Referencias


Bangor, A., Kortum, P., e Miller, J. (2009). Determining what individual SUS scores mean: Adding an adjective rating scale. Journal of usability studies, 4(3), 114-123.
Behrendt, M., e Franklin, T. (2014). A Review of Research on School Field Trips and Their Value in Education. International Journal of Environmental and Science Education, 9(3), 235-245.
Bonett, D. G., e Wright, T. A. (2015). Cronbach's alpha reliability: Interval estimation, hypothesis testing, and sample size planning. Journal of Organizational Behavior, 36(1), 3-15.
Brooke, J. (1996). SUS-A quick and dirty usability scale. Usability evaluation in industry, 189(194), 4-7.
Chen, C. H., Liu, G. Z., e Hwang, G. J. (2015). Interaction between gaming and multistage guiding strategies on students' field trip mobile learning performance and motivation. British Journal of Educational Technology, 47(6), 1032-1050.
Chiang, T. H., Yang, S. J., e Hwang, G. J. (2014). Students' online interactive patterns in augmented reality-based inquiry activities. Computers & Education, 78, 97-108.
Chung, H. H., Chen, S. C., e Kuo, M. H. (2015). A study of EFL college students’ acceptance of mobile learning. Procedia-Social and Behavioral Sciences, 176, 333-339.
Duchastel, P. e Molz, M. (2005). Virtual Settings: E-Learning as creating Context. Em Figueiredo, A. D. e Afonso, A. P., (Ed). Managing Learning in Virtual Settings: The Role of Context (24-39). Hershey: Information Science Publishing.
Erstad, O., Kumpulainen, K., Mäkitalo, Å., Schrøder, K. C., Pruulmann-Vengerfeldt, P., e Jóhannsdóttir, T. (2016). Tracing Learning Experiences Within and Across Contexts. Em Erstad, O., Kumpulainen, K., Mäkitalo, Å., Schrøder, K. C., Pruulmann-Vengerfeldt, P., e Jóhannsdóttir, T. (Ed.) Learning across Contexts in the Knowledge Society (1-13). Rotterdam: SensePublishers.
Figueiredo, A. D., e Afonso, A. P. (2006). Context and learning: A philosophical framework. Em Figueiredo, A. D. e Afonso, A. P., (Ed). Managing Learning in Virtual Settings: The Role of Context (24-39). Hershey: Information Science Publishing.
Hwang, G. J., e Chang, S. C. (2015). Effects of a peer competition‐based mobile learning approach on students' affective domain exhibition in social studies courses. British Journal of Educational Technology, 47(6), 1217-1231.
Kirtiloglu, O. S., Orhan, O., e Ekercin, S. (2016). A map mash-up application: investigation the temporal effects of climate change on salt lake basin. ISPRS-International Archives of the Photogrammetry, Remote Sensing and Spatial Information Sciences, 221-226.
Lo, W. T., e Quintana, C. (2013). Students' use of mobile technology to collect data in guided inquiry on field trips. Proceedings of the 12th International Conference on Interaction Design and Children (pp. 297-300). Association for Computing Machinery (ACM).
Marçal, E., Andrade, R., e Rios, R. (2005). Aprendizagem utilizando dispositivos móveis com sistemas de realidade virtual. Revista Novas Tecnologias na Educação, 3(1), 1-11.
Marçal, E., Andrade, R., e Viana, W. (2015). Aulas de Campo Ubíquas. Anais do 26º Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (pp. 150-160). Sociedade Brasileira de Computação (SBC).
Marçal, E. (2016). UFC-Inventor: um ambiente para modelagem e geração de aplicações para aulas de campo ubíquas. Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Mestrado e Doutorado em Computação da Universidade Federal do Ceará - Brasil, como requisito parcial à obtenção do grau de Doutor em Ciência da Computação.
Meek, S., Fitzgerald, E., Sharples, M., e Priestnall, G. (2013). Learning on field trips with mobile technology. Em Kinuthia, W. e Marshall, S. (Ed.). On the Move: Mobile Learning for Development (1-15). Charlotte: Information Age Publishing.
Morentin, M., e Guisasola, J. (2015). The role of Science Museum field trips in the Primary Teacher preparation. International Journal of Science and Mathematics Education, 13(5), 965-990.
Nabors, M. L. (2009). Making the case for field trips: What research tells us and what site coordinators have to say. Education, 129(4), 661.
Peng, H., Su, Y. J., Chou, C., e Tsai, C. C. (2009). Ubiquitous knowledge construction: Mobile learning re‐defined and a conceptual framework. Innovations in Education and Teaching International, 46(2), 171-183.
Pyke, K. L. (2015). Effects of field trips on alternative students' knowledge skills, attitudes, and relationships. Thesis submitted in partial fulfillment of the requirements for the degree of Master of Arts in Royal Roads University.
Santos, M. E. C., Taketomi, T., Yamamoto, G., Rodrigo, M. M. T., Sandor, C., e Kato, H. (2016). Augmented reality as multimedia: the case for situated vocabulary learning. Research and Practice in Technology Enhanced Learning, 11(4), 1-23.
Sauro, J. (2011). A practical guide to the system usability scale: Background, benchmarks & best practices. Denver: Measuring Usability LLC.
Sauro, J., e Lewis, J. R. (2012). Quantifying the user experience: Practical statistics for user research. Walthan: Elsevier.
Valente, J. A., e de Almeida, M. E. B. (2014). Narrativas digitais e o estudo de contextos de aprendizagem. Revista EmRede, 1(1), 32-50.
Vázquez-Cano, E. (2014). Mobile distance learning with smartphones and apps in higher education. Educational Sciences: Theory and Practice, 14(4), 1505-1520.
Weng, Y. H., Sun, F. S., e Grigsby, J. D. (2012). GeoTools: An android phone application in geology. Computers & Geosciences, 44, 24-30.
Yin, R. K. (2015). Estudo de Caso: Planejamento e Métodos. Porto Alegre: Bookman editora.
Yue, P., Jiang, L., e Hu, L. (2014). Google fusion tables for managing soil moisture sensor observations. IEEE Journal of Selected Topics in Applied Earth Observations and Remote Sensing, 7(11), 4414-4421.
Zbick, J., Nake, I., Milrad, M., e Jansen, M. (2015). A web-based framework to design and deploy mobile learning activities: Evaluating its usability, learnability and acceptance. Proceedings of the 15th International Conference on Advanced Learning Technologies (pp. 88-92). Institute of Electrical and Electronic Engineers (IEEE).


DOI: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17711

21 de junio de 2017

Un modelo basado en el Clasificador Naïve Bayes para la evaluación del desempeño docente

Un modelo basado en el Clasificador Naïve Bayes para la evaluación del desempeño docente

Guadalupe Gutiérrez Esparza, Lourdes Margain Fuentes, Juana Canul Reich, Tania Aglaé Ramírez del Real

Resumen


La evaluación del desempeño docente es un proceso de medición importante en las instituciones de educación superior en México y en el mundo, ya que retroalimenta el desempeño de los docentes con el fin de mejorar las clases y estrategias para beneficio de la educación de los estudiantes. En este trabajo se describe el desarrollo y evaluación de un Modelo Computacional denominado SocialMining, basado en el algoritmo Naïve Bayes, para apoyar el análisis de las opiniones de los estudiantes en el proceso de la evaluación del desempeño docente, llevada a cabo mediante dispositivos móviles. Esta propuesta considera el uso de dispositivos móviles para la recopilación de datos aprovechando su aceptación por parte de los estudiantes en el proceso de educación y aprendizaje. Asimismo, se describe el desarrollo de corpus de subjetividad, el cual consta de un conjunto de términos afectivos relevantes de la evaluación docente para apoyar al algoritmo Naïve Bayes en la clasificación de las opiniones de los estudiantes dentro de las clases: positivo, negativo y neutral. Para medir el desempeño del proceso de la clasificación del Modelo Computacional SocialMining, se utilizan métricas como la matriz de confusión, precisión y la curva de ROC. Se presenta además un caso de estudio, en el cual se recolectan nuevas opiniones de estudiantes de la Universidad Politécnica de Aguascalientes (México) con el fin de probar el desempeño del modelo propuesto en la clasificación. Los resultados obtenidos consideran factible el Modelo Computacional SocialMining para implementarse en instituciones de educación superior. 

Palabras clave


Minería de opiniones, clasificador bayesiano, conjunto de datos, subjetividad, análisis ROC, dispositivo móvil, evaluación docente, planeación de la educación, caso de estudio.

Texto completo:

PDF

Referencias


Altrabsheh, N., Cocea, M., & Fallahkhair, S. (2014). Learning Sentiment from Students’ Feedback for Real-Time Interventions in Classrooms. Adaptive and Intelligent Systems. Volume 8779 of the series Lecture Notes in Computer Science, 40-49. doi: http://dx.doi.org/10.1007/978-3-319-11298-5_5.
Arrabal-Sánchez, G., & De-Aguilera-Monyano, M. (2016). Comunicar en 140 caracteres. Cómo usan Twitter los comunicadores en España. Revista Científica de Educomunicación. Comunicar, no. 46, v. XXIV. (9-17), Recuperado de http://goo.gl/YOqybX
Bayes, T. a. P., M. (1763). An essay towards solving a problem in the doctrine of chances. by the late rev. mr. bayes, frs communicated by mr. price, in a letter to john canton, amfrs. Philosophical Transactions (1683-1775), 370-418.
Bravo, E., Pedraza, A., & Herrera, L. (2013). Educación 2.0: Twitter como herramienta de aprendizaje de la Ingeniería. Latin American and Caribbean Consortium of Engineering Institution.
Brusilovsky, P. (2001). Adaptive hypermedia. User Modeling and User-Adapted Interaction, 11(1-2), 87-110.
Cantillo, V., & Roura, R., & Sánchez, P. (2012). Tendencias Actuales en el uso de dispositivos móviles en educación. La Educación Digital Magazine, no147
Córdova, K. E. G., & González, J. R. V. (2015). Evaluación del desempeño: acercando la investigación educativa a los docentes. REVALUE, 2015, 3(2). Recuperado de http://revalue.mx/revista/index.php/revalue/issue/current.
Crovi, D., & Lemus, M.C. (2014). Jóvenes estudiantes y cultura digital: una investigación en proceso. Virtualis, 9, 36-55. Recuperado de http://goo.gl/8emHtj
Elizalde Lora, Leticia, & Reyes Chávez, Rafael. (2008). Key Elements for the Evaluation of the Teaching Performance. Revista electrónica de investigación educativa, 10(spe), 1-13.
Gewerc, A., Montero, L. & Lama, M. (2014). Colaboración y redes sociales en la enseñanza universitaria [Collaboration and Social Networking in Higher Education]. Comunicar, 21(42), 55-63. https://doi.org/10.3916/C42-2014-05
González-Lizárraga, M., Becerra-Traver, M. & Yanez-Díaz, M. (2016). Ciberactivismo: nueva forma de participación para estudiantes universitarios. Comunicar, 24(46), 47-54, doi: http://dx.doi.org/10.3916/C46-2016-05
Guerrero, C., Jaume, A., Juiz, C. y Lera, I. (2016). Use of Mobile Devices in the Classroom to Increase Motivation and Participation of Engineering University Students. IEEE Latin America Transactions, 14(1), 411-416.
Gupte, A., Joshi, S., Gadgul, P., & Kadam, A. (2014). Comparative Study of Classification Algorithms used in Sentiment Analysis. International Journal of Computer Science and Information Technologies; 5(5), 6261-6264, Recuperado de http://goo.gl/tiIHBT
Gutiérrez, G., Padilla, A., Canul-Recih, J., De-Luna, P., & Ponce, J. (2016). Proposal of a Sentiment Analysis Model in Tweets for improvement of the teaching - learning process in the classroom using a corpus of subjectivity. International Journal of Combinatorial Optimization Problems and Informatics, 7(2), 22-34.
Jurka, T. (2012). Sentiment: Tools for Sentiment Analysis. R package version 0.1, Recuperado de http://goo.gl/oxASCV
Kaur, G., & Singla, A. (2016). Sentimental Analysis of Flipkart reviews using Naïve Bayes and Decision Tree algorithm. International Journal of Advanced Research in Computer Engineering & Technology. 5(1), 148-153.
Liu, B. (2010). Sentiment Analysis and Subjectivity. In N. Indurkhia & F. J. Damerau (Eds.). Handbook of natural language processing, 627-666. Chapman and Hall: CRC Press.
Loureiro, Silvia, Míguez, Marina, & Otegui, Ximena. (2016). Desempeño docente en la enseñanza universitaria: análisis de las opiniones estudiantiles. Cuadernos de Investigación Educativa, 7(1), 55-67. Recuperado de https://goo.gl/hm1eAq
Martínez González, Adrián, Sánchez Mendiola, Melchor, & Martínez Stack, Jorge. (2010). Los cuestionarios de opinión del estudiante sobre el desempeño docente: Una estrategia institucional para la evaluación de la enseñanza en Medicina. Revista electrónica de investigación educativa, 12(1), 1-18.
Mejova, Y. (2009). Sentiment Analysis: An Overview. Comprehensive Exam Paper. Recuperado de https://goo.gl/xsFTV9
Moreno, R. D., Cepeda, I. M. L. y Romero, S. P. (2004). El modelo de evaluación, intervención y análisis de procesos como propuesta de diseño instruccional. Enseñanza e Investigación en Psicología. 9(2), 271-291.
Novak, J., & Cowling, M. (2011). The implementation of social networking as a tool for improving student participation in the classroom. Hobart : ISANA International Education Association Inc. Recuperado de http://goo.gl/IW6Igc.
Ortigosa, A., Martín, J. & Carro, R. (2014). Sentiment analysis in Facebook and its application to e-learning. Computers in Human Behavior, 31, 527-541, doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.chb.2013.05.024.
Prasad, S. (2010). Micro-blogging Sentiment Analysis Using Bayesian Classification Methods. CS224N Project Report, Stanford. Recuperado de http://goo.gl/W2koQT
R-Core-Team (2013). R: A language and environment for statistical computing. R Foundation for Statistical Computing, Vienna, Austria. Recuperado de http://goo.gl/e40yiU.
Riloff, E., & Wiebe, J. (2003). Learning extraction patterns for subjective expressions. Conference on Empirical Methods in Natural Language Processing, 105-112. Recuperado de https://goo.gl/se0aIg.
Ruiz Carrascosa J. (2005). La evaluación de la docencia en los planes de mejora de la Universidad, Educación XXI, 8, 87-102.
Salton, G., & McGill, M. J. (1986). Introduction to modern information retrieval.
Spackman, K. A. (1989). Signal detection theory: Valuable tools for evaluating inductive learning. Proceedings of the Sixth International Workshop on Machine Learning. San Mateo, CA: Morgan Kaufman, 160–163.
Tan, S., Cheng, X., Wang, Y., and Xu, H. (2009). Adapting naive bayes to domain adaptation for sentiment analysis. In Advances in Information Retrieval, 337-349.
Tirado Segura, Felipe, Miranda Díaz, Alejandro, & Sánchez Moguel, Andrés. (2007). La evaluación como proceso de legitimidad: la opinión de los alumnos. Reporte de una experiencia. Perfiles educativos, 29(118), 7-24.
Valencia, A., González G. y Castañeda M. (2016). Structural Equation Model for Studying the Mobile-Learning Acceptance. IEEE Latin America Transactions, 14(4), 1988-1992.
Zaldivar, A., Tripp, A., Aguilar, J., Tovar, J. y Anguiano C. (2015). Using Mobile Technologies to Support Learning in Computer Science Students. IEEE Latin America Transactions, 13(1), 377-382.


DOI: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17717

20 de junio de 2017

Motivación e innovación: Aceptación de tecnologías móviles en los maestros en formación

Motivación e innovación: Aceptación de tecnologías móviles en los maestros en formación

José Carlos Sánchez-Prieto, Susana Olmos-Migueláñez, Francisco José García-Peñalvo

Resumen


Las tecnologías móviles constituyen un recurso didáctico de gran potencial. Sin embargo, su proceso de incorporación al aula no se está desarrollando de forma satisfactoria. Los futuros docentes jugarán un papel clave en el proceso de integración de estas tecnologías en contextos de educación formal y, por ello, resulta necesario conocer los factores que condicionan su proceso de toma de decisión. El presente artículo expone los resultados de un estudio que analiza la influencia de los factores motivacionales en la intención de utilizar las tecnologías móviles en la futura práctica docente de los estudiantes del Grado de Educación Infantil de la Universidad de Salamanca Para ello, se ha elaborado un modelo de adopción tecnológica basado en T.A.M. que incluye los constructos: utilidad percibida, facilidad de uso percibida, entretenimiento percibido, resistencia al cambio e intención conductual. El análisis PLS-SEM realizado confirma la validez y fiabilidad del modelo. Los resultados del análisis del modelo estructural reflejan la importancia del entretenimiento percibido y la utilidad percibida en el proceso de adopción, así como la poca importancia de la facilidad de uso. En total, los factores motivacionales consiguen predecir un alto porcentaje de la varianza de la intención conductual, lo que pone de relieve la necesidad de diseñar programas formativos que incidan en estos elementos.

Palabras clave


Tecnologías de la información y de la comunicación; formación de profesores; actitud hacia el trabajo; escala de actitud.

Texto completo:

PDF

Referencias


Abbad, M. M., Morris, D., y de Nahlik, C. (2009). Looking under the bonnet: Factors affecting student adoption of E-learning systems in jordan. International Review of Research in Open and Distance Learning, 10(2)
Ajzen, I. (1985). From intentions to actions: A theory of planned behavior. In J. Kuhl, y J. Beckmann (Eds.), Action control: From cognition to behavior (pp. 11-39). Berlin, Heidelberg: Springer Berlin Heidelberg. doi:10.1007/978-3-642-69746-3_2
Anderson, S. E., Groulx, J. G., y Maninger, R. M. (2011). Relationships among preservice teachers' technology-related abilities, beliefs, and intentions to use technology in their future classrooms. Journal of Educational Computing Research, 45(3), 321-338. doi:10.2190/EC.45.3.d
Briz-Ponce, L., Pereira, A., Carvalho, L., Juanes-Méndez, J. A., y García-Peñalvo, F. J. (2017). Learning with mobile technologies – Students’ behavior. Computers in Human Behavior, In Press. doi:http://dx.doi.org/10.1016/j.chb.2016.05.027
Cano-Giner, J. L., Fernandez, V., y Diaz-Boladeras, M. (2015). Do we know enough about the factors of the TAM model to predict the information system's acceptance? En R. Zhang, Z. Zhang, K. Liu y J. Zhang (Eds.), Proceedings of 3rd international conference on logistics, informatics and service science (pp. 75-79). Berlin, Heidelberg: Springer Berlin Heidelberg. doi:10.1007/978-3-642-40660-7_10
Cohen, J. (1988). Statistical power analysis for the behavioral sciences. Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum.
Darban, M. y Amirkhiz, H. (2015). Herd behavior in technology adoption: The role of adopter and adopted characteristics. System Sciences (HICSS), 2015 48th Hawaii International Conference On, Hwaii. 3591-3600. doi:10.1109/HICSS.2015.432
Davis, F. D. (1989). Perceived usefulness, perceived ease of use, and user acceptance of information technology. MIS Quarterly, 13(3), 319-340.
Davis, F. D., Bagozzi, R. P., y Warshaw, P. R. (1992). Extrinsic and intrinsic motivation to use computers in the Workplace1. Journal of Applied Social Psychology, 22(14), 1111-1132. doi:10.1111/j.1559-1816.1992.tb00945.x
DITRENDIA. (2016). Informe mobile en españa y en el mundo 2016. Recuperado de http://www.amic.media/media/files/file_352_1050.pdf
Ertmer, P. A. (1999). Addressing first- and second-order barriers to change: Strategies for technology integration. Educational Technology Research and Development, 47(4), 47-61. doi:10.1007/BF02299597
Fernández Rodrigo, L. (2016). El uso didáctico y metodológico de las tabletas digitales en aulas de educación primaria y secundaria de cataluña. Pixel-Bit. Revista De Medios Y Educación, (48), 9-25.
Fishbein, M., y Ajzen, I. (1975). Belief, attitude, intention, and behavior: An introduction to theory and research. Reading, Massachusets: Addison-Wesley Pub. Co.
Fornell, C., y Larcker, D. F. (1981). Evaluating structural equation models with unobservable variables and measurement error. Journal of Marketing Research, 18(1), 39-50. doi:10.2307/3151312
Gerow, J. E., Ayyagari, R., Thatcher, J. B., y Roth, P. L. (2013). Can we have fun @ work? the role of intrinsic motivation for utilitarian systems. European Journal of Information Systems, 22(3), 360-380. doi:10.1057/ejis.2012.25
Heflin, H., Shewmaker, J., y Nguyen, J. (2017). Impact of mobile technology on student attitudes, engagement, and learning. Computers & Education, 107, 91-99. doi:http://dx.doi.org/10.1016/j.compedu.2017.01.006
Henseler, J., Ringle, C. M., y Sarstedt, M. (2015). A new criterion for assessing discriminant validity in variance-based structural equation modeling. Journal of the Academy of Marketing Science, 43(1), 115-135. doi:10.1007/s11747-014-0403-8
Holt-Reynolds, D. (1992). Personal history-based beliefs as relevant prior knowledge in course work. American Educational Research Journal, 29(2), 325-349. doi:10.3102/00028312029002325
Hu, L., y Bentler, P. M. (1998). Fit indices in covariance structure modeling: Sensitivity to underparameterized model misspecification. Psychological Methods, 3(4), 424-453.
Hu, P. J., Clark, T. H. K., y Ma, W. W. (2003). Examining technology acceptance by school teachers: A longitudinal study. Information & Management, 41(2), 227-241. doi:http://dx.doi.org/10.1016/S0378-7206(03)00050-8
Joint Quality Initiative. (2004). Shared ‘Dublin’descriptors for short cycle, first cycle, second cycle and third cycle awards. Recuperado de https://www.uni-due.de/imperia/md/content/bologna/dublin_descriptors.pdf
Jonassen, D. H., y Easter, M. A. (2012). Conceptual change and student-centered learning environments. En Jonassen, D. H. y Easter, M. A. (Eds.),Theoretical Foundations of Learning Environments (pp. 95-113). Rutledge.
Kearney, M., Schuck, S., Burden, K., & Aubusson, P. (2012). Viewing mobile learning from a pedagogical perspective. Research in Learning Technology, 20(1), 1-17. doi:10.3402/rlt.v20i0.14406
Kiraz, E., y Ozdemir, D. (2006). The relationship between educational ideologies and technology acceptance in pre-service teachers. Journal of Educational Technology & Society, 9(2), 152-165.
Kreijns, K., Vermeulen, M., Kirschner, P. A., Buuren, H. v., y Acker, F. V. (2013). Adopting the integrative model of behaviour prediction to explain teachers’ willingness to use ICT: A perspective for research on teachers’ ICT usage in pedagogical practices. Technology, Pedagogy and Education, 22(1), 55-71. doi:10.1080/1475939X.2012.754371
Lee, B., Yoon, J., y Lee, I. (2009). Learners’ acceptance of e-learning in south korea: Theories and results. Computers & Education, 53(4), 1320-1329. doi:http://dx.doi.org/10.1016/j.compedu.2009.06.014
Lewin, K. (1947). Frontiers in group dynamics: Concept, method, and reality in social sciences, social equilibria, and social change. Human Relations, (1), 5-41.
Nikou, S. A., & Economides, A. A. (2017). Mobile-based assessment: Investigating the factors that influence behavioral intention to use. Computers & Education, 109, 56-73. doi:http://dx.doi.org/10.1016/j.compedu.2017.02.005
Nunnally, J. C. (1978). Psychometric theory. New York: McGraw-Hill.
Oreg, S. (2003). Resistance to change: Developing an individual differences measure. Journal of Applied Psychology, 88(4), 680-693.
Palazón Herrera, J. (2015). Aprendizaje móvil basado en microcontenidos como apoyo a la interpretación instrumental en el aula de música en secundaria. Píxel-Bit. Revista De Medios Y Educación, (46), 119-136.
Park, N., Lee, K. M., y Cheong, P. H. (2007). University instructors' acceptance of electronic courseware: An application of the technology acceptance model. Journal of Computer-Mediated Communication, 13(1), 163-186.
Ringle, C. M., Wende, S., y Becker, J. M. (2015). SmartPLS 3. Bönningstedt: SmartPLS. Recuperado de http://www.smartpls.com
Sánchez-Prieto J. C., Olmos Migueláñez, S., y García-Peñalvo, F. J. (2014). Understanding mobile learning: devices, pedagogical implications and research lines. Education in the Knowledge Society, 15(1), 20-42.
Sánchez-Prieto, J. C., Olmos-Migueláñez, S., y García-Peñalvo, F. J. (2016a). Las tabletas digitales en educación formal: Características principales y posibilidades pedagógicas. En A. I. Callejas Albiñana, J. V. Salido López y Ó Jerez García (Eds.), Competencia digital y tratamiento de la información: Aprender en el siglo XXI (pp. 269-280). Cuenca: Ediciones de la Universidad de Castilla-La Mancha.
Sánchez-Prieto, J. C., Olmos-Migueláñez, S., y García-Peñalvo, F. J. (2016b). Informal tools in formal contexts: Development of a model to assess the acceptance of mobile technologies among teachers. Computers in Human Behavior, 55 Part A, 519-528. doi:http://dx.doi.org/10.1016/j.chb.2015.07.002
Sánchez-Prieto, J. C., Olmos Migueláñez, S., y García-Peñalvo, F. J. (2017a). ¿Utilizarán los futuros docentes las tecnologías móviles? Validación de una propuesta de modelo TAM extendido. RED-Revista de Educación a Distancia, 52, Artículo 5. doi:http://dx.doi.org/10.6018/red/52/5
Sánchez-Prieto, J. C., Olmos-Migueláñez, S., y García-Peñalvo, F. J. (2017b). MLearning and pre-service teachers: An assessment of the behavioral intention using an expanded TAM model. Computers in Human Behavior, In Press. doi:http://dx.doi.org/10.1016/j.chb.2016.09.061
SCOPEO. (2011). M-learning en españa, portugal y américa latina. Recuperado de http://scopeo.usal.es/sites/all/files/scopeom003.pdf
Sevillano García, L., y Vázquez Cano, E. (2014). Análisis de la funcionalidad didáctica de las tabletas digitales en el espacio europeo de ducación superior. Universities and Knowledge Society Journal, 11(3), 67-81.
Sung, Y., Chang, K., y Liu, T. (2016). The effects of integrating mobile devices with teaching and learning on students' learning performance: A meta-analysis and research synthesis. Computers & Education, 94, 252-275. doi:http://dx.doi.org/10.1016/j.compedu.2015.11.008
Teo, T., y Noyes, J. (2011). An assessment of the influence of perceived enjoyment and attitude on the intention to use technology among pre-service teachers: A structural equation modeling approach. Computers & Education, 57(2), 1645-1653.
Teo, T. (2015). Comparing pre-service and in-service teachers' acceptance of technology: Assessment of measurement invariance and latent mean differences. Computers & Education, 83, 22-31. doi:http://dx.doi.org/10.1016/j.compedu.2014.11.015
Teo, T., Milutinović, V., y Zhou, M. (2016). Modelling serbian pre-service teachers' attitudes towards computer use: A SEM and MIMIC approach. Computers & Education, 94, 77-88. doi:http://dx.doi.org/10.1016/j.compedu.2015.10.022
Tokel, S. T. y İsler, V. 2013. Acceptance of virtual worlds as learning space. Innovations in Education and Teaching International, 52(1), 254-264. DOI=10.1080/14703297.2013.820139.
UNESCO, 2013. El futuro del aprendizaje móvil: Implicaciones para la planificación y la formulación de políticas. Recuperado de http://unesdoc.unesco.org/images/0021/002196/219637s.pdf
UNESCO, 2012. Aprendizaje móvil para docentes: Temas globales. Recuperado de http://unesdoc.unesco.org/images/0021/002196/219637s.pdf
Valtonen, T., Kukkonen, J., Kontkanen, S., Sormunen, K., Dillon, P., y Sointu, E. (2015). The impact of authentic learning experiences with ICT on pre-service teachers' intentions to use ICT for teaching and learning. Computers & Education, 81, 49-58. doi:http://dx.doi.org/10.1016/j.compedu.2014.09.008
Venkatesh, V., y Davis, F. D. (2000). A theoretical extension of the technology acceptance model: Four longitudinal field studies. Management Science, 46(2), 186-204.
Venkatesh, V., y Bala, H. (2008). Technology acceptance model 3 and a research agenda on interventions. Decision Sciences, 39(2), 273-315. doi:10.1111/j.1540-5915.2008.00192.x
Venkatesh, V., Morris, M. G., Gordon B. Davis, y Davis, F. D. (2003). User acceptance of information technology: Toward a unified view. MIS Quarterly, 27(3), 425-478.
Yadegaridehkordi, E., Iahad, N.A., Baloch, S.Z. (2013). Success factors influencing the adoption of M-learning. International Journal of Continuing Engineering Education and Life Long Learning, 23(2), 167-178. doi:10.1504/IJCEELL.2013.054290
Yang, S. C., y Huang, Y. (2008). A study of high school english teachers’ behavior, concerns and beliefs in integrating information technology into english instruction. Computers in Human Behavior, 24(3), 1085-1103. doi:http://dx.doi.org/10.1016/j.chb.2007.03.009


DOI: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17700

19 de junio de 2017

Educación a distancia y virtual: calidad, disrupción, aprendizajes adaptativo y móvil

Educación a distancia y virtual: calidad, disrupción, aprendizajes adaptativo y móvil

Lorenzo García Aretio

Resumen


Frente a las resistencias, la educación a distancia y digital va tomando ventaja sobre los formatos presenciales. Cuando los diseños pedagógicos son acertados, la calidad de los aprendizajes digitales está probada. La eficacia de estos sistemas es, al menos, similar a la de los presenciales. Por otra parte, se plantea en este trabajo el debate sobre las innovaciones y tecnologías disruptivas, proponiendo que el aprendizaje digital (nueva versión de la educación a distancia) está suponiendo una disrupción educativa porque plantea un cambio drástico de soportes y métodos y porque progresivamente va ganando espacio a los formatos convencionales. Y, finalmente, afirmamos que esta tendencia no está agotada, sino que continúa penetrando y ahondando la ruptura con las nuevas tecnologías, como, por ejemplo, las analíticas de aprendizaje, el aprendizaje adaptativo y el aprendizaje móvil.

Palabras clave


educación a distancia, aprendizaje digital, calidad y eficacia, educación disruptiva, analíticas de aprendizaje, aprendizaje adaptativo, aprendizaje móvil

Texto completo:

PDF

Referencias


Adell, J. y Castañeda, L. (2012). Tecnologías emergentes, ¿pedagogías emergentes? En Tendencias emergentes en educación con TIC. Barcelona: Espiral.
Allen, E. y Seama, J. (2016). Online report card tracking online education in the U.S. Babson Survey Research Group and Quahog Research Group, LLC.
Appana, S. (2008). A review of benefits and limitations of online learning in the context of the student, the instructor, and the tenured faculty. International Journal on ELearning, 7(1), 5.
Arkorful, V., & Abaidoo, N. (2015). The role of e-learning, advantages and disadvantages of its adoption in higher education. International Journal of Instructional Technology and Distance Learning, 12(1), 29-42.
Bayne, S.; Knox, J. y Ross, J. (2015). Open education: the need for a critical approach. Open education: the need for a critical approach, Learning, Media and Technology, 40:3, 247-250, DOI: 10.1080/17439884.2015.1065272
Bramble, W. J., & Panda, S. (Eds.). (2008). Economics of distance and online learning: Theory, practice and research. Routledge.
Buckingham, S., & Ferguson, R. (2012). Social Learning Analytics. Educational Technology and Society, 15(3), 3-26.
Burbules, N. (2012). Entrevista a Nicolás Burbulés. Webinar, 2012. Recuperado de http://goo.gl/DpJEcH.
Cabrol, M. y Severin, E. (2010). TICS en educación: una innovación disruptiva. Aportes BID, nº 2. Recuperado de: http://www.iadb.org/wmsfiles/products/publications/documents/35130690.pdf
Carey, T. y Trick, D. (2013). How Online Learning Affects Productivity, Cost and Quality in Higher Education: An Environmental Scan and Review of the Literature. Toronto: Higher Education Quality Council of Ontario.
Christensen, C. M. (1997). The innovator’s dilemma: when new technologies cause great firms to fail. Boston: Harvard Business School Press.
Christensen, C. M. (2012). Disruptive innovation. En M. Soegaard y R. F. Dam (Eds.), Encyclopedia of human-computer interaction. Recuperado de: http://www.interaction-design.org/encyclopedia/disruptive_innovation.html .
Christensen, C. M., Horn, M. B. y Johnson, C. W. (2010).. New York: McGraw-Hill Professional.
Domínguez, D., Álvarez, J.F., & Gil-Jaurena, I. (2016). Analítica del aprendizaje y Big Data: heurísticas y marcos interpretativos. DILEMATA, International Journal of Applied Ethics, 22, 87-103. Recuperado de: http://www.dilemata.net/revista/index.php/dilemata/article/view/412000042/450
Ekren, G., y Kumtepe, E. G. (2016, April). Openness Initiatives in Distance Education. In Global Learn, 16(1), pp. 346-351.
Ferguson, R. (2012). The State of Learning Analytics in 2012: A Review and Future Challenges. Technical Report. London: The Open University, UK.
García Aretio, L. (1985). Licenciados extremeños de la UNED. Mérida. Badajoz: UNED-Mérida.
García Aretio, L. (1994). Educación a distancia hoy. Madrid: UNED.
García Aretio, L. (Coord.) (1997). Investigar para mejorar la calidad de la Universidad. Madrid: UNED.
García Aretio, L. (2001). La educación a distancia. De la teoría a la práctica. Barcelona: Ariel.
García Aretio, L. (2009). ¿Por qué va ganando la educación a distancia? Madrid: UNED.
García Aretio, L. (2014). Bases, mediaciones y futuro de la educación a distancia en la sociedad digital. Madrid: Síntesis.
García Aretio, L. (2015). MOOC: ¿tsunami, revolución o moda pasajera?. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, 18(1), 9-21. doi:http://dx.doi.org/10.5944/ried.18.1.13812
García Aretio, L. y Ruíz Corbella, M. (2010) La eficacia de la educación a distancia: ¿un problema resuelto? Teoría de la educación, 22(1).
García-Peñalvo, F. J. y Seoane-Pardo, A. M. (2015). Una revisión actualizada del concepto de eLearning. Décimo Aniversario. Education in the Knowledge Society (EKS), 16(1), 119-144, doi: http://dx.doi.org/10.14201/eks2015161119144
Guri-Rosenblit, S. (2009). Distance education in the digital age: Common misconceptions and challenging tasks. Journal of Distance Education (Online), 23(2), 105.
Hooft, M., Swan, K., Cook, D., y Lin, Y. (2007). What is ubiquitous computing? In M. van't Hooft & K. Swan (Eds.), Ubiquitous computing in education. Mahwah: Lawrence Erlbaum Associates.
Horizon Report (2017). The NMC Horizon Report: 2017 Higher Education Edition. Recuperado de https://goo.gl/3Udytu
Howard, C., Schenk, K., & Discenza, R. (Eds.). (2004). Distance learning and university effectiveness: Changing educational paradigms for online learning. IGI Global.
Ibáñez Moreno, A., Jordano de la Torre, M., y Vermeulen, A. (2015). Diseño y evaluación de VISP, una aplicación móvil para la práctica de la competencia oral. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, 19(1), 63-81. doi:http://dx.doi.org/10.5944/ried.19.1.14580
ITU-International Telecommunication Union. (2016). Measuring the Information Society Report. Recuperado de: http://www.itu.int/en/ITU-D/Statistics/Documents/publications/misr2016/MISR2016-w4.pdf
Johnson, L., Adams, S., y Cummins, M. (2012). The NMC Horizon Report: 2012 Higher Education. Austin: The New Media Consortium.
Johnson, L., Adams, S., Gago, D., Garcia, E. y Martín, S. (2013). NMC Perspectivas Tecnológicas: Educación Superior en América Latina 2013-2018. Un Análisis Regional del Informe Horizon del NMC. Austin: The New Media Consortium.
Johnson, L., Adams, S., Cummins, M. y Estrada, V. (2012). Technology Outlook for STEM+ Education 2012-2017. NMC Horizon Report Sector Analysis.Austin, Texas: The New Media Consortium
Kim. K., Hwang, J., y Zo, H. (2016): Understanding users’ continuance intention toward smartphone augmented reality applications. Information Development, 32(2), 161-174.
Leris, D.; Vea, F.; Velamazán, A. (2015). Aprendizaje adaptativo en Moodle: tres casos prácticos. Education in the Knowledge Society, 16(4), 138-157
Means, B.; Toyama, Y.; Murphy, R.; Bakia, M. y Jones, K. (2009). Evaluation of Evidence-Based Practices in Online Learning: A Meta-Analysis and Review of Online Learning Studies. US Department of Education. Recuperado de https://eric.ed.gov/?id=ED505824
Moore, M. G. (Ed.). (2013). Handbook of distance education. UK: Routledge.
Ng, W., y Cumming, T. M. (Eds.). (2015). Sustaining Mobile Learning: Theory, Research and Practice. UK: Routledge.
Pareja Lora, A., Calle Martínez, C., & Pomposo Yanes, L. (2015). Aprendiendo a hacer presentaciones efectivas en inglés con BusinessApp. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, 19(1), 41-61. doi:http://dx.doi.org/10.5944/ried.19.1.14616
Park, Y. (2011). A Pedagogical Framework for Mobile Learning: Categorizing Educational Applications of Mobile Technologies into Four Types. . The International Review of Research in Open and Distance Learning, 12(2).
Picciano, A.G. (2012). The Evolution of Big Data and Learning Analytics in American Higher Education. Journal of Asynchronous Learning Networks, 16 (3), pp. 9-20.
Reich, J. (2015): Rebooting MOOC Research. Improve assessment, data sharing, and experimental design. Science, 347(6217), pp. 34-35. doi: 10.1126/science.1261627.
Rico-García, M., y Agudo Garzón, J. (2015). Aprendizaje móvil de inglés mediante juegos de espías en educación secundaria. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, 19(1), 121-139. doi:http://dx.doi.org/10.5944/ried.19.1.14893
Rodríguez, N. (2014). Fundamentos del proceso educativo a distancia: enseñanza, aprendizaje y evaluación. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, 17(2), 75-93. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.17.2.12679
Saleh, S. Al, y Bhat, S. A. (2015). Mobile Learning: A Systematic Review. International Journal of Computer Applications, 114(11), 1–5.
Santiago, R., Trabaldo, S., Kamijo, M., y Fernández, Á. (2015). Mobile Learning: Nuevas realidades en el aula. Editorial Océano.
Sclater, N. y Mullan, J. (2017). Learning Analytics in Higher Education: A Review of UK and International Practice. Recuperado de https://goo.gl/g0roCB
Sergio, F. (2012). 10 ways that mobile learning will revolutionize education. Recuperado de http://www.fastcodesign.com/1669896/10-ways-hat-mobilelearning-will-revolutionize-education
Siemens, G, Gasevic, D., Haythornthwaite, C., Dawson, S., Buckingham, S., Ferguson, R., Duval, E., Verbert, K., & Baker, R.S.J.d. (2011). Open Learning Analytics: an integrated & modularized platform. Proposal to design, implement and evaluate an open platform to integrate heterogeneous learning analytics techniques. Concept paper. Recuperado de: https://goo.gl/ufr7zc
Siemens, G., Gašević, D., & Dawson, S. (Eds.), (2015). Preparing for the digital university: a review of the history and current state of distance, blended, and online learning. Edmonton, AB: Athabasca University.
Sui L. y Wu Y. (2016). Global Smartphone Sales Forecast for 88 Countries: 2007 to 2022. Strategy Analytics [blog]. Recuperado de: https://goo.gl/CsBY0i
Sung, Y. T., Chang, K. E., y Liu, T. C. (2016). The effects of integrating mobile devices with teaching and learning on students' learning performance: A meta-analysis and research synthesis. Computers & Education, 94, 252- 275. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.compedu.2015.11 .008.
Sun, P. C., Tsai, R. J., Finger, G., Chen, Y. Y., & Yeh, D. (2008). What drives a successful e-Learning? An empirical investigation of the critical factors influencing learner satisfaction. Computers & education, 50(4), 1183-1202.
The Guardian (2016). Mobile web browsing overtakes desktop for the first time. Recuperado de https://goo.gl/SFLvb9
The Higher Education Commission (2016). From Bricks to Clicks - The Potential of Data and Analytics in Higher Education. Recuperado de https://goo.gl/s132y7
Tyton Partners (2016). Learning to Adapt 2.0: The Evolution of Adaptive Learning in Higher Education. Recuperado de https://goo.gl/nXOZZB
UNESCO (2013). UNESCO policy guidelines for mobile learning. París: UNESCO.
Valk, J. H., Rashid, A. T., y Elder, L. (2010). Using mobile phones to improve educational outcomes: An analysis of evidence from Asia. The International Review of Research in Open and Distance Learning, 11(1), 117-140.


DOI: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.18737

16 de junio de 2017

Nuevo Monográfico de RIED Vol. 20(2) - Julio 2017

RIED 20(2) – Julio 2017


  • García Aretio, L. (2017). Educación a distancia y virtual: calidad, disrupción, aprendizajes adaptativo y móvil. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 9-25. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.18737
  • Ramírez-Montoya, M., & García-Peñalvo, F. (2017). Presentación. La integración efectiva del dispositivo móvil en la educación y en el aprendizaje. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 29-47. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.18884
  • Mateus, J., Aran-Ramspott, S., & Masanet, M. (2017). Revisión de la literatura sobre dispositivos móviles en la universidad española. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 49-72. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17710
  • Humanante-Ramos, P., García-Peñalvo, F., & Conde-González, M. (2017). Entornos personales de aprendizaje móvil: una revisión sistemática de la literatura. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 73-92. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17692
  • Joo Nagata, J., Martínez Abad, F., & García-Bermejo Giner, J. (2017). Realidad Aumentada y Navegación Peatonal Móvil con contenidos Patrimoniales: Percepción del aprendizaje. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 93-118. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17602
  • Berns, A., Palomo Duarte, M., Isla Montes, J., Dodero Beardo, J., & Delatorre, P. (2017). Agenda colaborativa para el aprendizaje de idiomas: del papel al dispositivo móvil. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 119-139. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17713
  • Fonseca Escudero, D., Redondo, E., Sánchez, A., & Valls, F. (2017). Educating Urban Designers using Augmented Reality and Mobile Learning Technologies. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 141-165. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17675
  • Cabero Alemanra, J., Fernández Róbles, B., & Marín Díaz, V. (2017). Dispositivos móviles y realidad aumentada en el aprendizaje del alumnado universitario. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 167-185. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17245
  • Martín R., D., & Tourón, J. (2017). El enfoque flipped learning en estudios de magisterio: percepción de los alumnos. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 187-211. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17704
  • Martín-Ramos, P., Ramos Silva, M., & Pereira da Silva, P. (2017). Smartphones in the teaching of Physics Laws: Projectile motion. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 213-231. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17663
  • Mülbert, A., & Pereira, A. (2017). Implementação de mídias em dispositivos móveis: um framework de aplicação em grande escala na educação a distância. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 233-254. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17673
  • Agila-Palacios, M., Ramirez-Montoya, M., García-Valcárcel, A., & Samaniego-Franco, J. (2017). Uso de la tableta digital en entornos universitarios de aprendizaje a distancia. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 255-271. doi:http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17712
  • Sánchez-Prieto, J., Olmos-Migueláñez, S., & García-Peñalvo, F. (2017). Motivación e innovación: Aceptación de tecnologías móviles en los maestros en formación. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 273-292. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17700
  • Gutiérrez Esparza, G., Margain Fuentes, L., Canul Reich, J., & Ramírez del Real, T. (2017). Un modelo basado en el Clasificador Naïve Bayes para la evaluación del desempeño docente. RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 293-313. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17717
  • Marçal, E., Andrade, R., & Viana, W. (2017). Mobile Learning em aulas de campo: um estudo de caso em Geologia.RIED. Revista Iberoamericana De EducacióN A Distancia, 20(2), 315-336. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17711

14 de junio de 2017

Revisión de la literatura sobre dispositivos móviles en la universidad española

Revisión de la literatura sobre dispositivos móviles en la universidad española

Julio César Mateus, Sue Aran-Ramspott, Maria-Jose Masanet

Resumen


Este artículo presenta un análisis sistematizado de la producción científica entre los años 2012 y 2016 sobre el uso y aplicación de dispositivos móviles en el ámbito universitario español. El objetivo es analizar el interés académico por el Aprendizaje Móvil y las características de esta producción. Para ello se seleccionaron 50 artículos de revistas y comunicaciones de actas de congresos internacionales indexados en las bases de datos Web of Science, Scopus y Google Scholar y posteriormente se analizaron en torno a cuatro categorías: información sobre los autores, información bibliográfica de las publicaciones, información sobre las poblaciones estudiadas; e información científico-metodológica. Los resultados indican que se trata de un tema de desarrollo incipiente, dado el limitado número de artículos y comunicaciones halladas, pero esta producción evidencia la importancia de los grupos de investigación y los proyectos financiados, que permiten definir una trayectoria de investigación en varios autores. Asimismo, algunas comunidades autónomas españolas están subrepresentadas, así como algunas disciplinas abordadas en los estudios. En lo que respecta a la metodología, aparece como predominante la cuantitativa y como técnica de investigación más frecuente el cuestionario, aunque también se reconoce un número creciente de diseños experimentales. Las evidencias encontradas proponen un amplio campo para la investigación sobre el potencial pedagógico de los dispositivos móviles en la educación superior y permiten proponer una agenda para futuros estudios. 

Palabras clave


tecnología de la educación; universidad; enseñanza y formación; aprendizaje móvil; dispositivos móviles

Texto completo:

PDF

Referencias


Berge, Z. y L. Muilenburg (Eds.) (2013). Handbook of Mobile Learning. Nueva York: Routledge.
Brazuelo, F., y Gallego, D. J. (2014). Estado del Mobile Learning en España. Educar Em Revista, 4, 99–128. doi: https://doi.org/10.1590/0104-4060.38646
Castañeda, L., y Adell, J. (2013). La anatomía de los PLEs. En L. Castañeda y J. Adell (Eds.), Entornos Personales de Aprendizaje: Claves para el ecosistema educativo en red (11-27). Alcoy: Marfil.
Delgado, E., y Repiso, R. (2013). Comunicar, 21(41), 45–52. doi:https://doi.org/10.3916/C41-2013-04
Durall, E., Gros, B., Maina, M., Johnson, L., y Adams, S. (2012). Perspectivas tecnológicas: educación superior en Iberoamérica 2012-2017. Austin, Texas: The New Media Consortium.
Fundación Telefónica (2011). Universidad 2020: Papel de las TIC en el nuevo entorno socioeconómico. Barcelona: Ariel.
ONTSI (2016). La Sociedad en Red. Informe Anual 2015 (Edición 2016). Madrid: Ministerio de Industria, Energía y Turismo.
Pimmer, C; Mateescu, M. y Gröhbiel, U. (2016) Mobile and Ubiquitous Learning in Higher Education Settings. A Systematic Review of Empirical Studies. Computers in Human Behavior, 63, 490-501. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.chb.2016.05.057.
Píriz, S. (Ed.) (2015). UNIVERSITIC 2015. Análisis de las TIC en las Universidades Españolas. Madrid: Crue Universidades Españolas.
Pisanty, A. (2009) Presentación. Web 2.0: dispositivos móviles y abiertos para el aprendizaje. RIED. Revista Iboeroamericana de Educación a Distancia, 12(2).doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.2.12.898
Siemens, G. (2005). Connectivism: A Learning Theory for the Digital Age. International Journal of Instructional Technology and Distance Learning, 2(1), 3-10.
Sung, Y. T., Chang, K. E., & Liu, T. C. (2016). The effects of integrating mobile devices with teaching and learning on students' learning performance: A meta-analysis and research synthesis. Computers&Education, 94, 252-275.doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.compedu.2015.11.008.
Villalonga, C., Marta-Lazo, D. C., y Es, C. (2015). Modelo de Integración Educomunicativa de “Apps” Móviles para la enseñanza y aprendizaje. Píxel-Bit. Revista de Medios y Educación,46, 137-153 doi: https://doi.org/10.12795/pixelbit.2015.i46.09.


DOI: http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.17710

13 de junio de 2017

Levantamento de competências pedagógicas necessárias a tutores da educação a distância

Levantamento de competências pedagógicas necessárias a tutores da educação a distância

André Tenório, Aline dos Santos Teles, Thaís Tenório

Resumen


As competências pedagógicas do tutor estão relacionadas aos métodos, posturas e procedimentos necessários ao processo de ensino-aprendizagem. Motivar a aprendizagem, usar uma linguagem clara e amigável, aceitar a heterogeneidade de saberes, estimular a capacidade crítica, avaliar o desenvolvimento e fornecer retorno (feedbacks) das tarefas são habilidades requeridas no ensino a distância. As percepções de dez tutores, de cursos superiores a distância de instituições do Rio de Janeiro (Brasil), sobre as competências pedagógicas foram perscrutadas por meio de questionário. Os pesquisados tinham as competências pedagógicas como vitais à tutoria. Eles aprimoravam-nas pela atualização profissional, sobretudo, por cursos on-line de curto prazo. Todavia, poucos conseguiam manter uma formação contínua. De acordo com os participantes, a mais importante competência pedagógica seria a habilidade de desenvolver a capacidade crítica dos alunos. No entanto, os tutores julgavam-se melhores em motivar a aprendizagem, obter a empatia discente, usar linguagem clara e amigável e fornecer feedbacks de tarefas. Curiosamente, as competências reputadas mais importantes foram apontadas como as que os pesquisados tinham menor domínio. Para eles, avaliar o aprendizado acertadamente seria a competência mais difícil de aplicar. Um motivo seria a necessidade de empregar critérios de correção objetivos, mas, ao mesmo tempo, considerar a subjetividade do aluno, ou seja, o desenvolvimento individual de cada um.

Palabras clave


educação a distância; competências pedagógicas; tutor; mediador

Referencias


Bardin, L. (1988). Análise de conteúdo. Lisboa: edições 70.
Belloni, M. L. (2009). Educação a distância. Campinas: Autores Associados.
Benetti, K. C., Pacheco, A. S. V., Melo, P. A., Nakayama, M. K., Dalmau, M. L. B., Spanhol, F. J., Tosta, H. T., & Girardi, D. M. (2008). Atuação docente na educação a distância: uma análise das competências requeridas. RENOTE: Revista Novas Tecnologias na Educação, 6, (2). Recuperado de http://seer.ufrgs.br/index.php/renote/article/view/14527/8469.
Bernardino, H. S. (2011). A tutoria na EaD: os papéis, as competências e a relevância do tutor. Revista Paidéi@: Revista científica de educação a distância, 2, (4). Recuperado de http://revistapaideia.unimesvirtual.com.br/index.php?journal=paideia&page=article&op=view&path[]=166&path[]=171.
Bezerra, M. A., & Carvalho, A. B. G. (2011). Tutoria: concepções e práticas na educação a distância. En R. P. Sousa, F. M. C. S. C. Moita, & A. B. G. Carvalho (Eds.), Tecnologias digitais na educação (233-259). Campina Grande: Editora da Universidade Estadual da Paraíba.
Borges, F. V. A., & Souza, E. R. (2012). Competências essenciais ao trabalho tutorial: estudo bibliográfico. I Simpósio internacional de educação a distância [Anais eletrônicos]. Recuperado de http://sistemas3.sead.ufscar.br/ojs1/index.php/sied/article/view/178/85.
Bortolini, A., Grabin, L. M., Gerhard, L. B. P., & Scherer, M. E. B. (2012). Reflexões sobre o uso das tecnologias digitais da informação e da comunicação no processo educativo. Revista Destaques Acadêmicos, 4, (2).
Brasil. (1996). Lei das diretrizes e bases da educação nacional, nº 9394/96. Brasília: Senado Federal.
Brasil. (1998). Resolução n° 3/98 de 26 de junho de 1998 do Conselho Nacional de Educação. Brasília: Diário Oficial da República Federativa do Brasil.
Brasil. (1999a). Matrizes curriculares de referência para o sistema nacional de avaliação da educação básica (SAEB). Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais.
Brasil. (1999b). Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio. Brasília: Secretaria da Educação Média e Tecnológica, Ministério da Educação e Cultura.
Brasil. (2002). PCN+ Ensino Médio: orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica, Ministério da Educação e Cultura.
Brasil. (2007). Referenciais de qualidade para educação superior a distância. Brasília: Secretaria de Educação a Distância, Ministério da Educação e Cultura. Recuperado de http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/legislacao/refead1.pdf.
Deus, A. M., Cunha, D. E. S. L., & Maciel, E. M. (2010). Estudo de caso na pesquisa qualitativa em educação: uma metodologia. VI Encontro de pesquisa em educação da UFPI [Anais eletrônicos]. Recuperado de http://www.ufpi.br/subsiteFiles/ppged/arquivos/files/VI.encontro.2010/GT.1/GT_01_14.pdf.
Dias, R. A., & Leite, L. S. (2010). Educação a distância: da legislação ao pedagógico. Petrópolis: Vozes.
Fernández, A. (1991). A inteligência aprisionada. Porto Alegre: Artmed.
Flick, U. (2005). Métodos qualitativos na investigação científica. Lisboa: Monitor.
Freire, P. (1996). Pedagogia da autonomia: saberes necessários a prática educativa. São Paulo: Paz e Terra.
Gadotti, M. (1993). Pedagogia: diálogo e conflito. São Paulo: Ática.
García Aretio, L. (2002). La educación a distancia: de la teoría a la práctica. Barcelona: Ariel.
Gentille, P., & Bencini, R. (2000). Construindo competências: entrevista com Philippe Perrenoud da Universidade de Genebra. Revista Nova Escola. Recuperado de http://historiaemconstrucao.asa.pt/_upload/competencias_01_3u75kzrf.pdf.
Gil, A. C. (1999). Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas.
Hackmayer, M. B., & Bohadana, E. (2014). Professor ou tutor: uma linha tênue na docência em EAD. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, 17, (2), 223-240.
Hill, M. M., & Hill, A. (2005). Investigação por questionário. Lisboa: Edições Silabo.
Kenski, V. M. (2004). Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas: Papirus.
Luckesi, C. C. (2011). Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. São Paulo: Cortez.
Machado, S. A. (2009). As ferramentas de comunicação em educação a distância: estudo de caso do portal educação. Curitiba: FAE Centro Universitário.
Marconi, M. A., & Lakatos, E. M. (2003). Fundamentos da metodologia científica. São Paulo: Atlas.
Mezzari, A., Tarouco, L. M. R., Avila, B. G., Machado, G. R., Favero, R. V. M., & Bulegon, A. M. (2013). Estratégias para detecção precoce de propensão à evasão. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, 16, (2), 147-175.
Moore, M. G. (2002). Teoria da distância transacional. Revista brasileira de aprendizagem aberta e a distância, 1-23. Recuperado de http://www.abed.org.br/revistacientifica/Revista_PDF_Doc/2002_Teoria_Distancia_Transacional_Michael_Moore.pdf.
Moran, J. M., Masetto, M. T., & Behrens, M. (2010). Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus Editora.
Nobre, C. V., & Melo, K. S. (2011). Convergência das competências essenciais do mediador pedagógico da EaD. VIII Congresso brasileiro de ensino superior a distância [Anais eletrônicos]. Recuperado de http://www.wr3ead.com.br/ENPED%202012/texto_base_etapa_2%20%282%29.pdf.
Palloff, R. M., e Pratt, K. (2002). Construindo comunidades de aprendizagem no ciberespaço: estratégias eficientes para a sala de aula on-line. Porto Alegre: Artmed.
Perrenoud, P. (2004). Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed.
Ramos, M. S. (2013). Qualidade da tutoria e a formação do tutor: os efeitos desses aspectos em cursos a distância. Congresso de ensino superior a distância [Anais eletrônicos]. Recuperado de http://www. aedi.ufpa.br/esud/trabalhos/poster/AT1/112988.pdf.
Ricardo, E. C., & Zylbersztajn, A. (2008). Os parâmetros curriculares nacionais para as ciências do ensino médio: uma análise a partir da visão de seus elaboradores. Investigações em Ensino de Ciências, 13, (3), 257-274.
Santos, L., & Oliveira, E. S. G. (2013). Tutoria em educação a distância: didática e competências do novo fazer pedagógico. Revista diálogo educacional, 13, (38), 203 223.
Spressola, N. A. (2010). Instrumento para avaliar as competências no trabalho de tutoria na modalidade EaD. São Paulo: Universidade de São Paulo.
Souza, C. A., Spanhol, F. J., Limas, J. C. O., & Cassol, M. P. (2004). Tutoria na educação a distância. XI Congresso internacional de educação a distância [Anais eletrônicos]. Recuperado de http://www.abed.org.br/congresso2004/por/htm/088-TC-C2.htm.
Tecchio, E. L., Moretto, S. M., Dalmau, M. B. L., Nunes, T. S., & Melo, P. A. (2008). Competências fundamentais ao tutor. Congresso da associação brasileira de educação a distância [Anais eletrônicos]. Recuperado de http://www.abed.org.br/congresso2008/tc/5112008102029pm.pdf.
Teixeira, N., Sales, N. A., Tenório, T., & Tenório, A. (2015). As competências socioafetivas aceitação e honradez segundo a percepção de tutores a distância. RIED. Revista Iberoamericana de educación a Distancia, 18, (1), 129-149.
Tenório, A., Ferreira, R. S. L., Almeida, M. C. R., Zucon, L. H., & Tenório, T. (2014). Ferramentas da educação a distância: a visão do tutor. EAD em Foco: Revista Científica em Educação a Distância, 4, (1), 48-60.
Tenório, A., Souto, E. V., & Tenório, T. (2014). Percepções sobre a competência socioafetiva de cordialidade e a humanização da tutoria a distância. EAD em Foco: Rrevista Científica em Educação a Distância, 4, (1), 36-47.
Terçariol, A. A. L., Gitahy, R. R. C., & Ricieri, M. (2015). Educação a distância e tutoria: uma análise a partir das interações do tutor com o professor-formador e com o professor-cursista. RIED. Revista Iberoamericana de educación a Distancia, 18, (1), 257-275.
Tractenberg, L., & Tractenberg, R. (2007). Seis competências essenciais da docência online independente. XXII Congresso internacional de educação a distância [Anais eletrônicos]. Recuperado de http://www.abed.org.br/congresso2007/tc/552007113218pm.pdf.
Villardi, R., & Oliveira, E. G. (2005). Tecnologia na educação. Uma perspectiva sócio-interacionista. Rio de Janeiro: Dunya.
Vygotsky, L. S. (2007). A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes.
Yin, R. K. (2005). Estudos de caso: planejamento e métodos. Porto Alegre: Bookman.
Weiss, M. L. L. (2008). Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. Rio de Janeiro: Lamparina.


DOI: http://dx.doi.org/10.5944/ried.19.1.13842

12 de junio de 2017

Formación en buenas prácticas docentes para la educación virtual

Formación en buenas prácticas docentes para la educación virtual

Rodrigo Alberto Duran Rodríguez, Christian Estay-Niculcar


Resumen


La educación virtual está confrontando problemas de calidad por la falta de planificación y control de indicadores claves tales como la planta docente contratada y las estrategias instrumentadas en el proceso de enseñanza y aprendizaje. El presente artículo tiene como propósitos: primero, explorar el potencial de las buenas prácticas docentes en la educación virtual y segundo, medir el grado de adopción de estas buenas prácticas por parte de los participantes en el corto, mediano y largo plazo. Se trabajó un estudio de caso específico con once candidatos a Máster en Docencia Superior de la Universidad Tecnológica Oteima en la República de Panamá y los resultados demuestran que el 72% de los participantes adoptarían la estrategia en el largo plazo (en dos o más años), mientras que un promedio del 50% de los equipos de trabajo adoptarían la estrategia en el largo plazo. Por ende, existe disposición en los segmentos individual y grupal de adoptar este tipo de estrategias en la planificación y diseño de cursos virtuales, lo que podría significar un aporte futuro a la calidad de la modalidad virtual. Sin embargo, por tratarse de un estudio de caso específico con una muestra limitada de n =11, no se pretende generalizar las conclusiones por lo que es necesario ampliar la muestra en otras investigaciones y recoger más datos. 

Palabras clave

Buenas prácticas docentes; actividades de aprendizaje; Educación Superior; Educación Virtual; curriculum universitario

Texto completo:


Referencias

Alexander, R. (1997). Policy and Practice in Primary Education: Local Initiative, National Agenda. Londres: Routledge.

Babb, S., Stewart, C., y Johnson, R. (2013). Applying the seven principles for good practice in undergraduate education to blended learning environments. Practical Applications and Experiences in K-20 Blended Learning Environments, 192.

Bangert, A. W. (2004). The seven principles of good practice: A framework for evaluating on-line teaching. The Internet and Higher Education, 7 (3), 217-232.

Barclay, R., y Murray, P (1997). What is knowledgement management? Knowledge praxis. [Documento pdf]. Knowledge Management Associates. Recuperado de http://www.providersedge.com/docs/km_articles/what_is_knowledge_management.pdf.

Bautista Pérez, G., Borges Sáiz, F., y Forés i Miravalles, A. (2006). Didáctica universitaria en entornos virtuales de enseñanza-aprendizaje. Madrid: Narcea Ediciones.

Benito, Á. (Ed.). (2005). Nuevas claves para la docencia universitaria: en el espacio europeo de educación superior. Madrid: Narcea Ediciones.

Berglund, A., Blackne, J., y Jansson, N. (2014). Proposing a feedback system to enhance learning based on key performance indicators. International Journal of Quality Assurance in Engineering and Technology Education (IJQAETE), 3 (1), 1-14.

Bravo, P. C., y Correa, J. C. (2010). Variables docentes y de centro que generan buenas prácticas con TIC. Teoría de la Educación. Educación y Cultura en la Sociedad de la Información, 11 (1), 121-147.

Briseño, M. M. F. (2014). En la U de G: Propuesta de normatividad para asesores en línea. Revista Mexicana de Bachillerato a Distancia, 2 (3), 68-73.

Cakiroglu, U. (2014). Evaluating students' perspectives about virtual classroom with regard to seven principles of good practice. South African Journal of Education, 34 (2), 1-19.

Cegarra, J. (2013). Webquest: estrategia constructivista de Aprendizaje basada en internet. Investigación y postgrado, 23 (1), 73-91.

Chickering, A. W., y Gamson, Z. F. (1987). Seven principles for good practice in undergraduate education. AAHE Bulletin, 39 (1), 3-7.

Coffield, F., y Edward, S. H. (2009). Rolling out “good”, “best” and “excellent” practice. What next? Perfect practice? British Educational Research Journal, 35 (3), 371-390.

Coll, C. (Ed.). (2008). Psicología de la educación virtual: aprender y enseñar con las tecnologías de la información y la comunicación. Madrid: Ediciones Morata.

Comisión Técnica de Fiscalización de Panamá (CTF). (2014). Lista oficial de planes y programas de estudios aprobados (Orden Cronológico por Universidad) al 25 de febrero del 2014. [Página web]. Panamá: Comisión Técnica de Fiscalización. Recuperado de http://www.ctf.ac.pa/planes_univ_aprobados.htm.

Corpas, M.D. (2012). Buenas prácticas educativas para el aprendizaje de la lengua inglesa: Aspectos pedagógicos. Contextos educativos, 16 (2013), 89-104.

De Acosta, C. A. P. (2012). Educación universitaria en desarrollo y aplicación del talento humano y la gestión del conocimiento. InterSedes, 13 (25), 98-115.

De Pablos, J., y González, T. (2007). Políticas educativas e innovación educativa apoyada en TIC: sus desarrollos en el ámbito autonómico. Actas de las II Jornadas Internacionales sobre política educativa para la sociedad del conocimiento. Granada.

De Pablos, J., y Jiménez, R. (2007). Buenas prácticas con TIC apoyadas en las políticas educativas: claves conceptuales y derivaciones para la formación en competencias ECTS. Relatec, 6 (2), 15-28.

Dixon, M. D. (2012). Creating effective student engagement in online courses: What do students find engaging? Journal of the Scholarship of Teaching and Learning, 10 (2), 1-13.

Durall, E., Gros, B., Maina, M. F., Johnson, L., y Adams, S. (2012). Perspectivas tecnológicas: educación superior en Iberoamérica 2012-2017. [Documento pdf]. The New Media Consortium y la Universitat Oberta de Catalunya. Recuperado de http://openaccess.uoc.edu/webapps/o2/bitstream/10609/17021/6/horizon_iberoamerica_2012_ESP.pdf.

Epper, R., y Bates, A. (2004). Enseñar al profesorado cómo utilizar la tecnología. Buenas prácticas de instituciones líderes. Barcelona: Editorial UOC.

Escudero Muñoz, J. M. (2009). Buenas prácticas y programas extraordinarios de atención al alumnado en riesgo de exclusión educativa. Profesorado: Revista de curriculum y formación del profesorado, 13 (3), 107-141.

Froilán, J., y Gisbert, M. (2012). El cambio organizacional en la universidad a través del uso de los campus virtuales desde la perspectiva de los alumnos. Pixel-Bit, Revista de Medios y Educación, (40).

García-Aretio, L. (2012). Resistencias, cambio y buenas prácticas en la nueva educación a distancia. RIED. Revista Iberoamericana de educación a distancia, 5 (2), 9-35.

Graham, C., Cagiltay, K., Lim, B., Craner, J., y Duffy, T. M. (2001). Seven principles of effective teaching: A practical lens for evaluating online courses. The Technology Source, 30 (5), 50.

Granados Romero, J., López Fernández, R., Avello Martínez, R., Luna Álvarez, D., Luna Álvarez, E., y Luna Álvarez, W. (2014). Las tecnologías de la información y las comunicaciones, las del aprendizaje y del conocimiento y las tecnologías para el empoderamiento y la participación como instrumentos de apoyo al docente de la universidad del siglo XXI. Medisur, 12 (1), 289-294.

Gros, B. (2012). Retos y tendencia sobre el futuro de la investigación acerca del aprendizaje con tecnologías digitales. RED. Revista de Educación a Distancia, 32, 1-13.

Grupo DIM – Universidad Autónoma de Barcelona (2014). Grupo DIM-EDU: Didáctica, Innovación, Multimedia. [Página web]. Barcelona: Grupo DIM. Recuperado de http://dim.pangea.org/dimnewinvestigaciones.htm.

Hutchins, H. M. (2003). Instructional immediacy and the seven principles: Strategies for facilitating online courses. Online Journal of Distance Learning Administration, 6 (3).

Jarauta, B. (Ed.). (2012). Pensando en el futuro de la educación: una nueva escuela para el siglo XXII (Vol. 39). Barcelona: Graó.

Martín, A. H. (2014). La formación del profesorado para la integración de las TIC en el currículum: nuevos roles, competencias y espacios de formación. En Investigación y tecnologías de la información y comunicación al servicio de la innovación educativa. Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca.

Martínez López, R. (2014). Sloodle. Conexión de entornos de aprendizaje. Barcelona: Editorial UOC.

Muñoz Carril, P. C., y González Sanmamed, M. (2009). Plataformas de teleformación y herramientas telemáticas. Barcelona: Editorial UOC.

Parada-Trujillo, A. E., y Avendaño-Castro, W. R. (2013). El currículo en la sociedad del conocimiento. Educación y Educadores, 16 (1).

Petrides, L., y Nodine, T. (2003). Knowledge Management in Education: Defining the Landscape. Half Moon Bay, CA: The Institute for the Study of Knowledge Management in Education.

Quijada Monroy, V. D. C., y Santana Elizalde, E. P. (2014). Aprendizaje virtual. La loma Tlalnepantla: Editorial Digital UNID.

Red Telescopi (2014). Red de observatorios de buenas prácticas de dirección estratégica universitaria en Latinoamérica y Europa. [Página web]. Red Telescopi. Recuperado de http://telescopi.upc.edu/.

Rodríguez, D. J. (2012). Buenas prácticas en el ámbito educativo y su orientación a la gestión del conocimiento. Educación, 17 (33), 29-48.

Rodríguez Fernández, N. (2014). Fundamentos del proceso educativo a distancia: enseñanza, aprendizaje y evaluación. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, 17 (2), 75-93.

Sallis, E. (2014). Total Quality Management in Education. Nueva York: Routledge.

Slattery, P. (2012). Curriculum Development in the Postmodern Era: Teaching and Learning in an Age of Accountability. Nueva York: Routledge.

Silvio, J. (2000). La virtualización de la Universidad: ¿Cómo transformar la educación superior con la tecnología? (Vol. 13). IESALC/UNESCO.

Stephenson, J. (2005). Definitions of indicators of quality on the application of ICT to University Teaching. Ponencia presentada en Tarragona, España.

Tobin, T. J. (2004). Best practices for administrative evaluation of online faculty. Online Journal of Distance Learning Administration, 7 (2).

Universidad Tecnológica Oteima – Oteima (2015). Portal de la Universidad Tecnológica Oteima. [Página web]. Disponible en www.oteima.ac.pa

Wigg, k. (1997). Knowledge Management: Where dit it come from and where will it go? Expert systems with applications, 13 (1), 1-14.