24 de febrero de 2017

Elearning, educação online e educação aberta: contributos para uma reflexão teórica

Elearning, educação online e educação aberta: contributos para uma reflexão teórica


Luisa Aires


Resumen


O presente artigo resulta das reflexões desenvolvidas no âmbito do Observatório da Qualidade do Ensino a Distância e e-Learning sediado na Universidade Aberta e, ainda, da participação na docência do curso “MOOCs: Fundamentos e Práticas”. Trata-se de um artigo de natureza eminentemente teórica que pretende ser um contributo para a delimitação do universo concetual da Educação Online. Neste texto, são explorados os conceitos de e-Learning, Educação Online e Educação Aberta Virtual. Em primeiro lugar, aborda-se a diversidade de conceções sobre o e-Learning para, depois, se propor uma definição do conceito. Em segundo lugar, enquadra-se a Educação Online no espetro da Educação a Distância. E, em terceiro lugar, são propostos alguns referenciais para a caracterização do conceito de Educação Aberta na sociedade digital e dos seus movimentos atuais mais relevantes: os Recursos Educativos Abertos (OER) e os Massive Open Online Courses (MOOC). Em relação aos OER salienta-se que a matriz desse movimento ultrapassa o mero acesso a conteúdos e recursos e associa-se a uma nova filosofia educativa, a novos valores baseados na abertura, na ética da participação e na colaboração (Peters, 2008). No âmbito da reflexão sobre os MOOC, dá-se destaque à ecologia de aprendizagem específica desses cursos e sublinha-se a necessidade de reconceptualizar conceitos tradicionais, como o de inscrição, participação, frequência, aproveitamento do estudante, na senda da investigação desenvolvida por DeBoer, Ho, Stump & Breslow (2014). Finalmente, reitera-se a dispersão de conceções sobre e-Learning, Educação Online e Educação Aberta e propõe-se que a investigação em Educação a Distância seja um referencial central para a redução da entropia atualmente existente nas Instituições de Ensino Superior Presencial, relativamente à apropriação de conceitos-chave da Educação a Distância Online.



Palabras clave

eLearning, Educação Online, Educação Aberta, Educação a Distância Online, OER, MOOCs


Texto completo: PDF (PORTUGUÊS (PORTUGAL))

Referencias


Allen, E.; Seaman, J. (2014). Grade Change. Tracking Online Education in the United States. Babson Survey Research Group and Quahog Research Group, LLC. Recuperado de: http://www.onlinelearningsurvey.com/reports/gradechange.pdf

Ally, M. (2008). Foundations of Educational Theory for Online Learning. In T. Anderson (Ed.), Theory and practice of online learning (15–44). Edmonton, AB: Athabasca University Press (2ª ed.)

Anderson, T.; Dron, J. (2011). Three Generations of Distance Education Pedagogy. The International Review of Research in Open and Distributed Learning, Vol 12, Nº 3 (2011). Recuperado de: http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/890/1663

Atkins, D.E., Brown, J.S. and Hammond, A.L. (2007). A Review of the Open Educational Resources (OER) Movement: Achievements, Challenges, and New Opportunities. Report to the William and Flora Hewlett Foundation. Recuperado de: http://www.hewlett.org/uploads/files/ReviewoftheOERMovement.pdf

Bates, T. (2011). OERs: The Good, the Bad and the Ugly. Recuperado de: http://www.tonybates.ca/2011/02/06/oers-the-good-the-bad-and-the-ugly

Benson, A. (2002). Using online learning to meet workforce demand: A case study of stakeholder influence. Quarterly Review of Distance Education, 3(4), 443−452.

Benson, L., Elliot, D., Grant, M., Holschuh, D., Kim, B., Kim, H., et al. (2002). Usability and instructional design heuristics for e-Learning evaluation. World Conference on Educational Multimedia, Hypermedia and Telecommunications, Vol. 2002, No. 1 (2002), 1615–1621.

Breslow, L; Pritchard, D.; DeBoer, J.; Stump, G.; Ho, A.; Seaton, D. (2013). Studying Learning in the Worldwide Classroom: Research into edX’s First MOOC. Research & Practice in Assessment. Special Issue: MOOCs and Technology. RPA, vol.8, summer 2013, 13-25.

Conrad, D. (2002). Deep in the hearts of learners: Insights into the nature of online community. Journal of Distance Education, 17(1), 1−19.

Conrad, D. (2006). E-Learning and social change: An apparent contradiction. In In. M. Beaudoin (Ed.), Perspectives on higher education in the digital age (21−33). New York: Nova Science Publishers.

DeBoer, J.; Ho, A.; Stump, G.; Breslow, L. (2014). Changing ‘Course': Reconceptualizing Educational Variables for Massive Open Online Courses. Educational Researcher, vol. XX, 1-11. DOI: 10.3102/0013189X14523038.

DeBoer, J.; Seaton, D.; Stump, G.; Breslow, L. (2013).; Diversity in MOOC Students’ Backgrounds and Behaviors in Relationship to Performance in 6.002x. Recuperado de: https://tll.mit.edu/sites/default/files/library/LINC%20%2713.pdf

Deimann, M.; Farrow, R. (2013). Rethinking OER and their Use : Open Education as Bildung. International Review of Research in Open and Distributed Learning, vol. 14, nº3, July, 344-360. Recuperado de: http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/1370/2542

Downes, S. (2013). The Resurgence of Community in Online Learning. Recuperado de: http://halfanhour.blogspot.co.uk/2013/05/mooc-resurgence-of-community-in-online.html

Garcia Aretio, L. (2015). MOOC: ¿tsunami, revolución o moda pasajera? Revista Iberoamericana de Educación a Distância, vol. 18, Nº1. Recuperado de: http://revistas.uned.es/index.php/ried/article/view/13812/12492

Garrison, D.R.; Anderson, T. (2003). E-learning in the 21st century: a framework for research and practice. NY: Routledge Falmer.

Gil-Jaurena, I (2013). Openness in higher education. Open Praxis, vol. 5 issue 1, January–March 2013, 3–5.

Hiltz, S. R.;Turoff, M. (2005). Education goes digital: The evolution of online learning and the revolution in higher education. Communications of the ACM, 48(10), 59−64, doi:10.1145/1089107.1089139

Lowenthal, P., Wilson, B. G., & Parrish, P. (2009). Context matters: A description and typology of the online learning landscape. Presented at the 2009 AECT International Convention, Louisville, KY.

McGreal, R.; Kinuthia, W.; Stewart Marshall, S. (eds.) (2013). Open Educational Resources: Innovation, Research and Practice. Vancouver: Commonwealth of Learning and Athabasca University.

Moore, J.; Dickson-Deane, C.; Galyen, K. (2011). e-Learning, online learning, and distance learning environments: Are they the same? Internet and Higher Education 14 (2011), 129–135.

Oblinger, D.; Oblinger, J. (2006). Educationg the Net Generation. EDUCAUSE. Recuperado de: http://www.educause.edu/educatingthenetgen

Peter, S.; Deimann, M. (2013). On the role of openness in education: A historical reconstruction. Open Praxis, vol. 5 issue 1, January–March 2013, 7–14.

Peters, M. (2009. The History and Emergent Paradigm of Open Education. In M. Peters & R. Britez (eds). (2008), Open Education and Education for Openness (3-16). Rotterdam: Sense Publishers.

Rao, S. (2011). Global e-Learning: A Phenomenological Study. Tese de doutoramento em Filosofia, Colorado State University.

Sangrà, A.; Vlachopoulos, D., Cabrera, N., Bravo, S. (2011). Hacia una definición inclusiva del e-learning. Barcelona-UOC: eLearn Center.

Sangrà, A.; Vlachopoulos, D.; Cabrera, N. (2012). Building an Inclusive Definition of E-Learning: An Approach to the Conceptual Framework. International Review of Open and Distance Learning, Vol 13 | Nº 2 Research Articles, April.

Shank, P., & Sitze, A. (2004). Making sense of online learning: A guide for beginners and the truly skeptical. San Francisco, CA: Pfeiffer.

Taylor, J. C. (2001). Fifth generation distance education. e-Journal of Instructional Science and Technology (e-JIST), 4(1), 1-14.

UNESCO. What are Open Educational Resources (OERs)? Recuperado de: http://www.unesco.org/new/en/communication-and-information/access-to-knowledge/open-educational-resources/what-are-open-educational-resources-oers/

Wiley, D. (2010). OER 101: Theory and Practice. Recuperado de: http://opencontent.org/blog/archives/1725

Zawacki-Richter, O.; Anderson, T. (eds.) (2014). Online Distance Education. Towards a research agenda. Athabasca University: AU Press.




23 de febrero de 2017

Formación en buenas prácticas docentes para la educación virtual

Formación en buenas prácticas docentes para la educación virtual

Rodrigo Alberto Duran Rodríguez, Christian Estay-Niculcar


Resumen


La educación virtual está confrontando problemas de calidad por la falta de planificación y control de indicadores claves tales como la planta docente contratada y las estrategias instrumentadas en el proceso de enseñanza y aprendizaje. El presente artículo tiene como propósitos: primero, explorar el potencial de las buenas prácticas docentes en la educación virtual y segundo, medir el grado de adopción de estas buenas prácticas por parte de los participantes en el corto, mediano y largo plazo. Se trabajó un estudio de caso específico con once candidatos a Máster en Docencia Superior de la Universidad Tecnológica Oteima en la República de Panamá y los resultados demuestran que el 72% de los participantes adoptarían la estrategia en el largo plazo (en dos o más años), mientras que un promedio del 50% de los equipos de trabajo adoptarían la estrategia en el largo plazo. Por ende, existe disposición en los segmentos individual y grupal de adoptar este tipo de estrategias en la planificación y diseño de cursos virtuales, lo que podría significar un aporte futuro a la calidad de la modalidad virtual. Sin embargo, por tratarse de un estudio de caso específico con una muestra limitada de n =11, no se pretende generalizar las conclusiones por lo que es necesario ampliar la muestra en otras investigaciones y recoger más datos. 

Palabras clave

Buenas prácticas docentes; actividades de aprendizaje; Educación Superior; Educación Virtual; curriculum universitario

Texto completo:


Referencias

Alexander, R. (1997). Policy and Practice in Primary Education: Local Initiative, National Agenda. Londres: Routledge.

Babb, S., Stewart, C., y Johnson, R. (2013). Applying the seven principles for good practice in undergraduate education to blended learning environments. Practical Applications and Experiences in K-20 Blended Learning Environments, 192.

Bangert, A. W. (2004). The seven principles of good practice: A framework for evaluating on-line teaching. The Internet and Higher Education, 7 (3), 217-232.

Barclay, R., y Murray, P (1997). What is knowledgement management? Knowledge praxis. [Documento pdf]. Knowledge Management Associates. Recuperado de http://www.providersedge.com/docs/km_articles/what_is_knowledge_management.pdf.

Bautista Pérez, G., Borges Sáiz, F., y Forés i Miravalles, A. (2006). Didáctica universitaria en entornos virtuales de enseñanza-aprendizaje. Madrid: Narcea Ediciones.

Benito, Á. (Ed.). (2005). Nuevas claves para la docencia universitaria: en el espacio europeo de educación superior. Madrid: Narcea Ediciones.

Berglund, A., Blackne, J., y Jansson, N. (2014). Proposing a feedback system to enhance learning based on key performance indicators. International Journal of Quality Assurance in Engineering and Technology Education (IJQAETE), 3 (1), 1-14.

Bravo, P. C., y Correa, J. C. (2010). Variables docentes y de centro que generan buenas prácticas con TIC. Teoría de la Educación. Educación y Cultura en la Sociedad de la Información, 11 (1), 121-147.

Briseño, M. M. F. (2014). En la U de G: Propuesta de normatividad para asesores en línea. Revista Mexicana de Bachillerato a Distancia, 2 (3), 68-73.

Cakiroglu, U. (2014). Evaluating students' perspectives about virtual classroom with regard to seven principles of good practice. South African Journal of Education, 34 (2), 1-19.

Cegarra, J. (2013). Webquest: estrategia constructivista de Aprendizaje basada en internet. Investigación y postgrado, 23 (1), 73-91.

Chickering, A. W., y Gamson, Z. F. (1987). Seven principles for good practice in undergraduate education. AAHE Bulletin, 39 (1), 3-7.

Coffield, F., y Edward, S. H. (2009). Rolling out “good”, “best” and “excellent” practice. What next? Perfect practice? British Educational Research Journal, 35 (3), 371-390.

Coll, C. (Ed.). (2008). Psicología de la educación virtual: aprender y enseñar con las tecnologías de la información y la comunicación. Madrid: Ediciones Morata.

Comisión Técnica de Fiscalización de Panamá (CTF). (2014). Lista oficial de planes y programas de estudios aprobados (Orden Cronológico por Universidad) al 25 de febrero del 2014. [Página web]. Panamá: Comisión Técnica de Fiscalización. Recuperado de http://www.ctf.ac.pa/planes_univ_aprobados.htm.

Corpas, M.D. (2012). Buenas prácticas educativas para el aprendizaje de la lengua inglesa: Aspectos pedagógicos. Contextos educativos, 16 (2013), 89-104.

De Acosta, C. A. P. (2012). Educación universitaria en desarrollo y aplicación del talento humano y la gestión del conocimiento. InterSedes, 13 (25), 98-115.

De Pablos, J., y González, T. (2007). Políticas educativas e innovación educativa apoyada en TIC: sus desarrollos en el ámbito autonómico. Actas de las II Jornadas Internacionales sobre política educativa para la sociedad del conocimiento. Granada.

De Pablos, J., y Jiménez, R. (2007). Buenas prácticas con TIC apoyadas en las políticas educativas: claves conceptuales y derivaciones para la formación en competencias ECTS. Relatec, 6 (2), 15-28.

Dixon, M. D. (2012). Creating effective student engagement in online courses: What do students find engaging? Journal of the Scholarship of Teaching and Learning, 10 (2), 1-13.

Durall, E., Gros, B., Maina, M. F., Johnson, L., y Adams, S. (2012). Perspectivas tecnológicas: educación superior en Iberoamérica 2012-2017. [Documento pdf]. The New Media Consortium y la Universitat Oberta de Catalunya. Recuperado de http://openaccess.uoc.edu/webapps/o2/bitstream/10609/17021/6/horizon_iberoamerica_2012_ESP.pdf.

Epper, R., y Bates, A. (2004). Enseñar al profesorado cómo utilizar la tecnología. Buenas prácticas de instituciones líderes. Barcelona: Editorial UOC.

Escudero Muñoz, J. M. (2009). Buenas prácticas y programas extraordinarios de atención al alumnado en riesgo de exclusión educativa. Profesorado: Revista de curriculum y formación del profesorado, 13 (3), 107-141.

Froilán, J., y Gisbert, M. (2012). El cambio organizacional en la universidad a través del uso de los campus virtuales desde la perspectiva de los alumnos. Pixel-Bit, Revista de Medios y Educación, (40).

García-Aretio, L. (2012). Resistencias, cambio y buenas prácticas en la nueva educación a distancia. RIED. Revista Iberoamericana de educación a distancia, 5 (2), 9-35.

Graham, C., Cagiltay, K., Lim, B., Craner, J., y Duffy, T. M. (2001). Seven principles of effective teaching: A practical lens for evaluating online courses. The Technology Source, 30 (5), 50.

Granados Romero, J., López Fernández, R., Avello Martínez, R., Luna Álvarez, D., Luna Álvarez, E., y Luna Álvarez, W. (2014). Las tecnologías de la información y las comunicaciones, las del aprendizaje y del conocimiento y las tecnologías para el empoderamiento y la participación como instrumentos de apoyo al docente de la universidad del siglo XXI. Medisur, 12 (1), 289-294.

Gros, B. (2012). Retos y tendencia sobre el futuro de la investigación acerca del aprendizaje con tecnologías digitales. RED. Revista de Educación a Distancia, 32, 1-13.

Grupo DIM – Universidad Autónoma de Barcelona (2014). Grupo DIM-EDU: Didáctica, Innovación, Multimedia. [Página web]. Barcelona: Grupo DIM. Recuperado de http://dim.pangea.org/dimnewinvestigaciones.htm.

Hutchins, H. M. (2003). Instructional immediacy and the seven principles: Strategies for facilitating online courses. Online Journal of Distance Learning Administration, 6 (3).

Jarauta, B. (Ed.). (2012). Pensando en el futuro de la educación: una nueva escuela para el siglo XXII (Vol. 39). Barcelona: Graó.

Martín, A. H. (2014). La formación del profesorado para la integración de las TIC en el currículum: nuevos roles, competencias y espacios de formación. En Investigación y tecnologías de la información y comunicación al servicio de la innovación educativa. Salamanca: Ediciones Universidad de Salamanca.

Martínez López, R. (2014). Sloodle. Conexión de entornos de aprendizaje. Barcelona: Editorial UOC.

Muñoz Carril, P. C., y González Sanmamed, M. (2009). Plataformas de teleformación y herramientas telemáticas. Barcelona: Editorial UOC.

Parada-Trujillo, A. E., y Avendaño-Castro, W. R. (2013). El currículo en la sociedad del conocimiento. Educación y Educadores, 16 (1).

Petrides, L., y Nodine, T. (2003). Knowledge Management in Education: Defining the Landscape. Half Moon Bay, CA: The Institute for the Study of Knowledge Management in Education.

Quijada Monroy, V. D. C., y Santana Elizalde, E. P. (2014). Aprendizaje virtual. La loma Tlalnepantla: Editorial Digital UNID.

Red Telescopi (2014). Red de observatorios de buenas prácticas de dirección estratégica universitaria en Latinoamérica y Europa. [Página web]. Red Telescopi. Recuperado de http://telescopi.upc.edu/.

Rodríguez, D. J. (2012). Buenas prácticas en el ámbito educativo y su orientación a la gestión del conocimiento. Educación, 17 (33), 29-48.

Rodríguez Fernández, N. (2014). Fundamentos del proceso educativo a distancia: enseñanza, aprendizaje y evaluación. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, 17 (2), 75-93.

Sallis, E. (2014). Total Quality Management in Education. Nueva York: Routledge.

Slattery, P. (2012). Curriculum Development in the Postmodern Era: Teaching and Learning in an Age of Accountability. Nueva York: Routledge.

Silvio, J. (2000). La virtualización de la Universidad: ¿Cómo transformar la educación superior con la tecnología? (Vol. 13). IESALC/UNESCO.

Stephenson, J. (2005). Definitions of indicators of quality on the application of ICT to University Teaching. Ponencia presentada en Tarragona, España.

Tobin, T. J. (2004). Best practices for administrative evaluation of online faculty. Online Journal of Distance Learning Administration, 7 (2).

Universidad Tecnológica Oteima – Oteima (2015). Portal de la Universidad Tecnológica Oteima. [Página web]. Disponible en www.oteima.ac.pa

Wigg, k. (1997). Knowledge Management: Where dit it come from and where will it go? Expert systems with applications, 13 (1), 1-14.








22 de febrero de 2017

Regulación compartida en entornos de aprendizaje colaborativo mediado por ordenador: diferencias en grupos de alto y bajo rendimiento


Regulación compartida en entornos de aprendizaje colaborativo mediado por ordenador: diferencias en grupos de alto y bajo rendimiento


Juan Carlos Castellanos Ramírez, Javier Onrubia Goñi


Resumen


El estudio que a continuación presentamos se centra en los procesos de regulación compartida ejercidos por pequeños grupos de estudiantes con distintos niveles de rendimiento en un entorno de CSCL. Empleamos el término de regulación compartida para referirnos al proceso en el que múltiples alumnos -como grupo- actúan de manera intencional sobre sus procesos grupales cognitivos, de participación y motivacionales. El método que se empleó es un estudio de caso en el cual alumnos universitarios realizaron una tarea colaborativa en pequeños grupos durante 27 días en un entorno de comunicación asíncrona. Se realizó un análisis comparativo de cuatro pequeños grupos, dos con alto rendimiento en la tarea y otros dos con bajo rendimiento en la tarea. Los resultados del estudio revelaron que los dos grupos de alto rendimiento, en contraste con los grupos de bajo rendimiento, ejercieron mayor cantidad y diversidad de regulación sobre elementos motivacionales; en cuanto a la regulación ejercida sobre elementos cognitivos y de participación no se encontraron, cuantitativamente, diferencias claras entre los grupos, pero el análisis cualitativo de los datos mostró mayor implicación de los alumnos y mayor calidad en la regulación ejercida sobre dichos aspectos en los grupos de alto rendimiento.


Palabras clave

Universidad a distancia, enseñanza superior, aprendizaje en grupo, proceso de aprendizaje, rendimiento


Texto completo:



Referencias


Coll, C., Mauri, T., y Onrubia, J. (2008). Análisis de los usos reales de las TIC en contextos educativos formales: una aproximación sociocultural. Revista Electrónica de Investigación Educativa, 10 (1). Recuperado de http://redie.uabc.mx/index.php/redie/article/view/177 [Consulta 2015, 20 de junio].


Chan, C. K. K. (2012). Co-regulation of learning in computer-supported collaborative learning environments: A discussion. Metacognition and Learning, 7 (1), (63-73).


Grau, V., & Whitebread, D. (2012). Self and social regulation of learning during collaborative activities in the classroom: The interplay of individual and group cognition. Learning and Instruction, 22 (6), (401-412).


Dillenbourg, P., Järvelä, S., & Fischer, F. (2009). The Evolution of Research on Computer-Supported Collaborative learning: From design to orchestration. N. Balacheff, S. Ludvigsen, T. de Jong, A. Lazonder & S. Barnes (Eds.), (Tran.), Technology-Enhanced Learning (3–19). Springer.


Iiskala, T., Vauras, M., Lehtinen, E., & Salonen, P. (2011). Socially shared metacognition of dyads of pupils in collaborative mathematical problem-solving processes. Learning and Instruction, 21 (3), (379-393).


Janssen, J., Erkens G.,Kirschner P., & Kanselaar, G. (2012). Task-related and social regulation during online collaborative learning. Metacognition and Learning, 7 (1), (25-43).


Jarvela, S., & Hadwin, A. H. (2013). New Frontiers: Regulating Learning in CSCL. Educational Psychologist, 48 (1), (25-39).


Jarvela, S., Kirschner, P. A., Panadero, E., Malmberg, J., Phielix, C., Jaspers, J., Koivuniemi, M. & Jarvenoja, H. (2014). Enhancing socially shared regulation in collaborative learning groups: designing for CSCL regulation tools. Educational Technology Research and Development. Recuperado de http://link.springer.com/article/10.1007/s11423-014-9358-1# [Consulta 2015, 22 de enero].


Jarvenoja, H., Volet, S., & Jarvela, S. (2012). Regulation of emotions in socially challenging learning situations: An instrument to measure the adaptive and social nature of the regulation process. Educational Psychology, 33 (1), (1-28).


Kwon, K., Liu, Y., & Johnson, L. (2014). Group regulation and social-emotional interactions observed in computer supported collaborative learning: comparison between good vs. poor collaborators. Computers & Education, (78), 185–200.


Kirschner, P. A., & Erkens, G. (2013). Toward a framework for CSCL research. Educational Psychologist, 48 (1), (1–8).


Lajoie, S., & Lu, J. (2012). Supporting collaboration with technology: Does shared cognition lead to co-regulation in medicine?. Metacognition and Learning, 7 (1), 45-62.


López, D., y Álvarez, I. (2011). Promover la regulación del comportamiento en tareas de aprendizaje colaborativo en línea a través de la evaluación. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, 14 (1), (161-183).


Miller, M. F.W., & Hadwin, A. F. (2015). Scripting and awareness tools for regulating collaborative learning: Changing the landscape of support in CSCL. Computers in Human Behavior. Recuperado de http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0747563215000643 [Consulta 2015, 12 de junio].


Panadero, E., & Järvelä, S. (2015). Socially shared regulation of learning: A review. European Psychologist. Recuperado de http://www.researchgate.net/publication/268388822_Socially_Shared_Regulation_of_Learning_A_Review [Consulta 2015, 24 de junio].


Resta, P., & Laferrière, T. (2007). Technology in support of collaborative learning. Educational Psychology Review, 19 (1), 65-83.


Rogat, T. K., & Linnenbrink, G. L. (2011).Socially shared regulation in collaborative groups: An analysis of the interplay between quality of social regulation and group processes. Cognition and Instruction, 29 (4), (375-415).


Saab, N. (2012). Team regulation, regulation of social activities or co-regulation: Different labels for effective regulation of learning in CSCL. Metacognition and Learning, 7 (1), (1-6).


Saab, N., Joolingen, W., & Hout-Wolters, B. (2012). Support of the collaborative inquiry learning process: Influence of support on task and team regulation. Metacognition and Learning, 7 (1), (7-23).


Schoor, C., & Bannert, M. (2012). Exploring regulatory processes during a computer-supported collaborative learning task using process mining. Computers in Human Behavior, 28 (4), (1321-1331).


Volet, S., Summers, M., & Thurman, J. (2009). High-level co-regulation in collaborative learning: How does it emerge and how is it sustained?. Learning and Instruction, 19 (2), (128-143).


Winne, P. H. (2015). What is the state of the art in self-, co- and socially shared regulation in CSCL?. Computers in Human Behavior. Recuperado de http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0747563215003684 [Consulta 2015, 23 de mayo].


Yin, R. K. (2006). Case Study methods. En J. L. Green, G. Camilli & P. B. Elmore (Eds.), Handbook of Complementary Methods in Education Research (pp. 111 – 122). Mahwah, NJ: L. Erlbaum.







21 de febrero de 2017

El juego y otros principios pedagógicos. Su pervivencia en la educación a distancia y virtual

El juego y otros principios pedagógicos. Su pervivencia en la educación a distancia y virtual

Lorenzo García Aretio

Resumen


Podría pensarse que la era digital ha traído a la educación numerosas bases y principios educativos. La realidad es otra. Principios pedagógicos clásicos que han cimentado la educación durante décadas e incluso siglos, siguen aún vigentes en la era digital. Es decir, no son de ahora, aunque pudiera parecerlo. Vienen de muy atrás, son sólidos y han propiciado dosis de calidad durante mucho tiempo a diferentes propuestas educativas. Nos detenemos en este trabajo en un breve análisis de una serie de destacados principios pedagógicos contemporáneos, válidos tanto para los formatos educativos presenciales, como para la modalidad a distancia, sea ésta más convencional o soportada en los sistemas digitales de enseñanza y aprendizaje. Nos referimos a los siguientes principios: individualización, socialización, actividad, autonomía, intuición, creatividad y juego.

Palabras clave


Principios pedagógicos, educación a distancia, educación en red, individualización, socialización, actividad, intuición, creatividad, juego.

Texto completo:

PDF

Referencias


Abt, C. (1970). Serious Games. New York: Viking Press.
Avouris, N., y Yiannoutsou, N. (2012). A review of mobile location-based games for learning across physical and virtual spaces. Journal of Universal Computer Science, 18 (15), 2120-2142.
Berns, A., González-Pardo, A. y Camacho, D. (2013). Game-like language learning in 3-D virtual environments. Computers & Education, 60(1), 210-220.
Bühler, Ch. (1946). Infancia y juventud. Buenos Aires: Espasa Calpe.
Capitán, A. (1984): El humanismo pedagógico de Juan Luis Vives. Historia del pensamiento pedagógico en Europa. Madrid: Dykinson, pp. 358-376.
Claparède, E. (1920). L’école sur mesure. Ginebra: Payot.
Claparède, E. (1927). Psicología del niño y Pedagogía experimental. Madrid: Librería Beltrán.
Comenio, J.A. (1998). Didáctica Magna. México: Porrúa (publicado en 1632).
Cortez, R., Roy, D., y Vazhenin, A. (2011). Mobile Assisted Language Acquisition: An overview of the field and future opportunities based on 3G mobile capabilities. International Transactions on elearning & Usability, 2 (1), 4-6.
Chua, A. Y., y Balkunje, R. S. (2012). An exploratory study of game-based m-learning for software project management. Journal of Universal Computer Science, 18 (14), 1933-1949.
Devaud, E. (1934). Pour une école active, selon l'ordre chrétien. Paris: Desclée de Brouwer.
Dewey, J. (1916). Democracy and Education: An Introduction to the Philosophy of Education. New York: Macmillan.
Dewey, J. (1929). La escuela y la sociedad. Beltran. Madrid, 1929.
Durkheim, E. (1974): Educación y sociología. Buenos Aires, Shapire.
Ferrière, A. (1924). La práctica de la escuela activa. Trad. de R. Tomás. Beltrán. Madrid 1924. L'école active à travers l'Europe. Lila 1949.
Fonseca, B., Morgado, L., Paredes, H., Martins, P., y Gonçalves, R. (2012). PLAYER-a European project and a game to foster entrepreneurship education for young people. Journal of Universal Computer Science, 18, 186–105.
Freire, P. (1989): La educación como práctica de la libertad. Madrid: Siglo XXI.
Fröebel, F. (2005). La educación del hombre. Madrid: Hortensia Cuellar.
Gallego, F., Villagrá, C., Satorre, R., Compañ, P., Molina, R. y Llorens, F. (2014). Panorámica: serious games, gamification y mucho más. Revista de Investigación en Docencia Universitaria de la Informática, 7(3), 13-23.
García Aretio, L. (1986). Análisis de la eficacia de la educación superior a distancia. Badajoz: UNED-Mérida.
García Aretio, L. (1987). Rendimiento académico y abandono en la educación superior a distancia. Madrid: UNED.
García Aretio, L. (1994). Educación a distancia hoy. Madrid: UNED.
García Aretio, L. (1999). Historia de la educación a distancia. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia (RIED). 2, 1, 11-40.
García Aretio, L. (2001). La educación a distancia; de la teoría a la práctica. Barcelona: Ariel.
García Aretio, L. (2010). ¿Se sigue dudando de la educación a distancia? Revista Española de Orientación y Psicopedagogía, vol. 21,2. pp. 240-250.
García Aretio, L. (2012). Principios pedagógicos clásicos en el currículo, también en educación a distancia. En Morocho, M. y Rama, C. Las nuevas fronteras de la educación a distancia. Loja (Ecuador): Virtual Educa-UTPL, pp. 91-104.
García Hoz, V. (1981). La calidad de la educación. Exigencias científicas y condicionamientos individuales y sociales en la obra colectiva. La calidad de la educación. Madrid: CSIC.
Gesell, A. (1967). Emociones, actividades e intereses del niño de cinco a dieciséis años. Buenos Aires: Paidos.
Getzels, J.W. y Jackson, P.W. (1962). Creativity and Intelligence. Explorations with Gifted Children. New York: Wiley & Sons.
Goodsman, D. (1992). Summerhill: theory and practice. University of East Anglia.
Guilford, J.P. (1950). Creativity. American Psychologist 5: 444-454.
Gürbüz, R., Erdem, E., y Uluat, B. (2014). Reflections from the process of game- based teaching of probability. Croatian Journal of Education, 16 (3), 109–131.
Henz, H. (1968). Tratado de Pedagogía sistemática. Barcelona: Herder.
Holmberg, B. (1983) Guided didactic conversation in distance education. Sewart, D. y Holmberg, B. (eds.), Distance Education: International Perspectives. London: Croom Helm.
Holmberg, B. (1985). Educación a distancia: situación y perspec¬tivas. (traducción de 1981. Londres). Buenos Aires: Kape¬lusz.
Huarte de San Juan (1930). Examen de ingenios para las ciencias. Madrid: La Rafa.
Kapp, K.M. (2012). The Gamification of learning and instruction. Game-based methods and strategies for training and education. New York: Pfeiffer.
Kerschensteiner, J. (1928). Concepto de la escuela del trabajo. Madrid: La Lectura.
Kilpatrick, W. H. (1918). The project method. Teachers College Record,19, 319-335.
Locke, J. (1986). Pensamientos sobre la educación. Madrid: Akal (traducción de 1693).
Marín, I. y Hierro, E. (2013). Gamificación. El poder del juego en la gestión empresarial y la conexión con los clientes. Barcelona: Urano/Empresa Activa.
Marín, R. (1982). Principios de la educación contemporánea. Madrid: Rialp.
Marín, R. (1984). La creatividad. Barcelona: CEAC.
Moore, M.G. (1977). On a theory of independent study. Epistolodidaktika.
Moore, M.G. (1990). Recent contributions to the theory of distance education. Open learning, 5,3.
Natorp, P. (1913): Pedagogía Social. Teoría de la educación de la voluntad sobre la base de la Comunidad. Madrid. La lectura.
Norbis, G. (1971) Didáctica y estructura de los medios audiovisuales. Buenos Aires: Kapelusz.
Padilla-Zea, N., López-Arcos, J. R., González Sánchez, J. L., Gutiérrez Vela, F. L., y Abad-Arranz, A. (2013). A method to evaluate emotions in educational video games for children. Journal of Universal Computer Science, 19 (8), 1066-1085.
Perkins, D, (1997). La escuela inteligente. Barcelona: Gedisa.
Peters, O. (1971). Theoretical aspects of correspondence instruction. En McKenzie y Christensen. The changing world of correspondence study. Pensylvania State University Presss.
Peters, O. (1993). Understanding distance education. En Harry, Magnus y Keegan: Distance education: New perspectives. Londres: Routledge.
Pestalozzi, J. E. (1986). Cómo Gertrudis enseña a sus hijos. Cartas sobre la educación de los niños. México: Porrúa (publicado en 1801).
Richter, J.P. (1920). Levana o Teoría de la educación. Madrid: Ediciones de la lectura.
Rico, M. M., y Agudo, J. E. (2016). Aprendizaje móvil de inglés mediante juegos de espías en Educación Secundaria. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, 19, 1: 121-139.
Rogers, C. (1961). El proceso de convertirse en persona. Buenos Aires: Paidos.
Schiller, F. (1941): La educación estética del hombre. Buenos Aires: Austral.
Slovaček, K. A., Zovkić, N., y Ceković, A. (2014). A Language games in early school age as a precondition for the development of good communicative skills. Croatian Journal of Education, 16 Spec. Edition (1): 11-23.
Stern, W. (1900). Über Psychologie der individuellen Differenzen (Ideen zu einer ’differentiellen Psychologie’). Leipzig: Barth.
Stöker, K. (1964). Principios de Didáctica moderna. Buenos Aires: Kapelusz.
Taylor, I.A. (1959). The nature of the creative process. In P. Smith (Ed.). Creativity: An examination of the creative process (pp. 51-82). New York: Hastings House.
Titone, R. (1979). Metodología didáctica. Madrid: Rialp.
Torrance, E.P. (1969). Orientación del talento creativo. Bue¬nos Aires: Troquel.
Wedemeyer, C.A. (1971). Independent study. En Deighton, L.C. (ed) The Encyclopedia of Education, 4. New York: Macmillan.
Wedemeyer, C. A. (1981). Learning at the back door. Reflections on non-traditional learning in the lifespan. Madison: The Univer¬sity of Wisconsin Press.
Werbach, K. y Hunter, D. (2014). Gamificación. Madrid, España: Pearson Educación.


DOI: http://dx.doi.org/10.5944/ried.19.2.16175

20 de febrero de 2017

Presentación. Juegos digitales y gamificación aplicados en el ámbito de la educación

Presentación. Juegos digitales y gamificación aplicados en el ámbito de la educación

Ruth S. Contreras Espinosa

Resumen


Los Juegos digitales y las estrategias de gamificación sirven para mantener la atención de un jugador y le ayudan a resolver problemas, adquirir nuevos conocimientos y aprender nuevas habilidades. A pesar de la considerable inversión emocional, lo que incluye a la frustración, los jugadores persisten y los educadores se han dado cuenta de que ellos también aprenden de los juegos y el uso de sus principios para realizar actividades “gamificadas”. No es sorprendente entonces que la idea de incorporar juegos digitales o gamificación en el aula se haya apoderado de las ideas de profesores e investigadores en los últimos años. Este monográfico muestra cómo los juegos digitales y las estrategias de gamificación se pueden utilizar en la educación, y al mismo tiempo señala algunas de las preocupaciones relacionadas con el tema.
Digital games and gamification strategies maintain players' attention, require them to solve problems, acquire new knowledge and learn new skills. Despite the considerable emotional investment, including frustration, players persist and educators have realised that they can also learn from the success of games and use game principles to 'gamify' learning activities.  It is not surprising then that the idea of incorporating digital games or gamification into the classroom has taken hold of teachers and researchers during last years. This monographic shows how digital games and gamification are be used in education, while also pointing out some related concerns.

Palabras clave


juego educativo; metodología; investigación acción; educación; participación del profesor

Texto completo:

PDF

Referencias


All, A., Nuñez, P., Van, J. (2014). Measuring effectiveness in Digital Game-Based Learning: A Methodological Review. International Journal of Serious Games. 1 (2), p 3-21.
Bonk, C., & Dennen, V. (2005). Massive multiplayer online gaming a research framework for military training and education. Washington, D.C.: Office of the Under Secretary of Defense (Personnel and Readiness), Readiness and Training Directorat, Advanced Distributed Learning (ADL) Initiative.
Fui-Hoon Nah, F., Zeng, Q., Rajasekhar, V., Padmanabhuni, A., Eschenbrenner, B. (2014). Gamification of Education: A review of Literature. HCI in Business, 8527, 401-409.
Higgins, E., Grant, H., & Shah, J. (1999). Self Regulation and quality of life: Emotional and nonemotional life experiences. In D. Kahneman, E. Diener, & N. Schwarz (Eds.), Well-being: The foundations of hedonic psychology, pp. 244-266. New York: Russell Sage Foundation.
Kenny, R., & McDaniel, R. (2011). The role teachers’ expectations and value assessments of video games play in their adopting and integrating them into their classrooms. British Journal of Educational Technology, 42(2), 197-213.
Kirriemuir, J., & McFarlane, A. (2004). Literature review in games and learning. Retrieved May 2, 2010, from http://www.futurelab.org.uk/download/pdfs/research/lit_reviews/Games_Review1
Lieberoth, A., Roepstorff, A. (2015). Mixed methods in games research, playing on strengths and countering weaknesses. In: Lankoski, P., Staffan, B. Game research methods: An overview. ETC Press, pp. 271-289. Pittsburgh, USA.
Mayer, I., Bekebrede, G., Harteveld, C., Warmelink, Q.Z., Van Ruijven, T., Lo, J., Kortmann, R., Wenzler, I. (2013). The research and evaluation of serious games: Toward a comprehensive methodology. British Journal of Education Technology, 45 (3), 502-527.
Mitchell, A., & Savill-Smith, C. (2004). The use of computer and video games for learning: A review of the literature. London: Learning and Skills Development Agency.
Paris, S., Lipson, M., & Wixson, K. (1983). Becoming a Strategic Reader. Contemporary Educational Psychology, 8, 293-316.
Perrotta, C., Featherstone, G., Aston, H., Houghton, E. (2013). Game-based Learning: Latest Evidence and Future Directions. En: NFER Research Programme: Innovation in Education. Slough- Berkshire, abr. 2013. Disponible en: http://ocw.metu.edu.tr/pluginfile.php/10919/mod_resource/content/1/GAME01.pdf
Zawacki-Richter, O., Anderson, T. (2015). Educação a Distância Online: construindo uma agenda de pesquisa. São Paulo:Artesanato Educacional.


DOI: http://dx.doi.org/10.5944/ried.19.2.16143